Teresa Leal Coelho promete reduzir IMI a 0% caso seja eleita

Mas baixar o IMI para 0% não é a única medida que a candidata pretende tomar. Sendo eleita presidente da autarquia lisboeta, Teresa Leal Coelho promete reduzir também a fatura da água.

Teresa Leal Coelho avançou ao “Observador” que, “embora nós tenhamos um IMI baixo, esse IMI pode passar mesmo para um nível 0%”. Para a candidata do PSD à presidência da autarquia lisboeta, “em primeiro lugar estão as pessoas que querem viver em Lisboa, não os turistas”.

Discordando do atual presidente e candidato do PS, Fernando Medina, a sócio-democrata considera que, face ao turismo, a “linha de orientação” deveria ser “fundamentalmente vocacionada para aquilo que é o negócio imobiliário e também o turismo”. “Nos últimos anos de PS na câmara, como nos anteriores, Lisboa foi ficando mais bonita”, admite em entrevista. No entanto, não tem facilitado a vida dos residentes. Para tal, Leal Coelho exemplifica: “Uma ciclovia na Fontes Pereira de Melo é para inglês ver, transtorna a vida dos cidadãos”.

Mas baixar o IMI para 0% não é a única medida que a candidata pretende tomar. Caso seja eleita, Teresa Leal Coelho promete reduzir também a fatura da água: “Seguramente que irei revogar a taxa de proteção civil que é paga no âmbito da fatura da água”, por ser “inconstitucional” e “injusta”. Adianta, ainda, que visa defender “a concessão a privados” da Carris e do Metro pois “permitirá aumentar a qualidade do serviço”. No entanto, admite não usar transportes públicos com frequência.

Quando questionada sobre a leitura que deve ser feita do resultado das eleições, a candidata do PSD à Câmara Municipal de Lisboa afirma que “a única responsabilidade do resultado eleitoral será minha e da minha equipa, do meu programa, seremos os únicos responsáveis”, clarificando que “Passos Coelho não será afetado” já que se trata de uma “candidatura autárquica”.

Teresa Leal Coelho promete “mais assiduidade como presidente da câmara” e justifica a sua ausência, enquanto vereadora, nas reuniões da câmara, alegando que as substituições “decorreram quase exclusivamente para assegurar outras responsabilidades políticas”.





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