Startup do Porto representa Portugal nos EUA

A startup biomédica Adapttech está a representar Portugal no 2017 Orthotic & Prosthetic World Congress, que decorre até dia 9 de setembro em Las Vegas. Uma pequena empresa portuguesa em crescimento na maior convenção na área nos Estados Unidos.

Até à próxima sexta-feira, a Adapttech – startup biomédica portuguesa, com sede no Porto, que desenvolve tecnologias inovadoras, inteligentes e vestíveis para ajudar pessoas com limitações físicas a melhorar a sua qualidade de vida -, vai representar Portugal no maior evento dos Estados Unidos na área da O&P e reúne alguns dos profissionais mais influentes da área, vindos de todo o mundo..

O evento que decorre no Mandalay Bay Resort & Casino, vai já na 100.ª edição mas apenas a 2.ª a nível mundial. A primeira reuniu mais de 2500 participantes provenientes de 43 países.
“A Adapttech não podia deixar de estar presente nesta feira, não só para conhecer o mercado de O&P e apresentar o nosso protótipo ao mundo mas também para reunir com várias pessoas e instituições dos Estados Unidos com quem temos contactado ao longo dos últimos dois anos. Finalmente vão poder ver o nosso produto (ainda que protótipo) em funcionamento”, explica Frederico Carpinteiro, co-founder. O responsável acrescenta ainda que “queremos recolher o máximo de feedback daquele que vai ser um dos nossos mercados principais para poder melhorar e produto e garantir que a entrada no mercado será um sucesso”.

A “smart prosthetic-fitting solution” da Adapttech quer providenciar aos prestadores de serviços médicos uma forma fácil, rápida e rentável de corrigir a adaptação da prótese ao
coto do membro inferior do amputado.

O objetivo é não só tornar o processo mais eficiente (de um período indeterminado que pode levar meses a apenas DUAS sessões) mas também melhorar a qualidade de vida dos
pacientes, já que todo o processo de reabilitação pode ser rigorosamente monitorizado.

Baseada em modelação em 3D, visão por computador e um sistema de sensores colocados na prótese, o sistema recolhe informação – de pressão, movimento, atrito e temperatura na
zona de contacto -, e informa em que zonas é que a prótese deve ser modificada.



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