Setor da saúde é primeira escolha dos portugueses para trabalhar

As tecnologias de informação e consultoria e o setor do turismo, hotelaria e lazer são os mais atrativos para ter um emprego, a seguir à saúde. A conclusão é do Randstad Employer Brand Research 2017.

A saúde é a primeira escolha dos portugueses, com 62% das respostas. seguem-se as TI e consultoria (56%) e o turismo, hotelaria e lazer (53%), segundo o estudo Randstad Employer Brand Award, da Randstad, que elege as empresas mais atrativas para trabalhar em Portugal.

A escolha repete-se em relação a 2016, com uma ligeira alteração: a área tecnológica ocupava o primeiro lugar.

O setor do retalho e grande consumo é o que apresenta maior reconhecimento de marca, mas é o que está menos bem posicionado quando se trata de atratividade para trabalhar (28%).

Os atributos apontados pelos inquiridos que melhor caracterizam os setores mais atrativos são saúde financeira, reputação e uso das mais recentes tecnologias. Neste capítulo, o setor da saúde monopoliza as atenções ao liderar em praticamente todos os critérios-chave – “Segurança no trabalho”, “Equilíbrio trabalho – vida pessoal”, “Ambiente de trabalho agradável”, “Saúde financeira”, “Trabalho estimulante”, “Ambientalmente e socialmente responsável”, “Reputação e uso das mais recentes tecnologias”. Apenas no critério “Progressão de carreira” o setor TI e consultoria é apontado com melhor performance pelos inquiridos.

Segundo o  Randstad Employer Brand Research, os inquiridos do sexo masculino colocam entre as suas prioridades a segurança no trabalho a longo prazo e ter oportunidades de progressão na carreira, enquanto as mulheres valorizam, além do salário atrativo e a segurança no trabalho, o equilíbrio entre trabalho e a vida pessoal.

Ao nível etário, apesar de existir consenso na identificação do equilíbrio entre vida profissional e pessoal, merece nota o facto da geração mais jovem no mercado de trabalho (18 – 24 anos) sinalizar como prioridade ter um ambiente de trabalho agradável, enquanto os grupos dos 25 aos 44 anos e dos 45 aos 65 anos apontam a segurança no trabalho como fator-chave.

No que concerne ao nível de formação, os participantes no estudo com grau de ensino baixo e médio apontam os mesmos critérios – segurança no trabalho e ambiente de trabalho agradável. Os inquiridos com habilitações superiores identificam como critérios centrais o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e oportunidades de progressão na carreira.

 

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