Quer ser ‘YouTuber’? ‘Ordenado’ pode chegar a 7 milhões de dólares por ano

Adeus, Instagram! Os YouTubers são os que mais faturam... ao estarem sempre de férias!

Ser ‘Instagrammer’ ou ‘YouTuber’ são as novas profissões dos Millennials, um trabalho que pode render até sete milhões de dólares por ano (cerca de 6,14 milhões de euros), para os mais bem sucedidos, como conta a Bloomberg.

E, por essa razão, as plataformas como o Facebook, o Instagram e o YouTube anunciam com alguma frequência novas ferramentas.

Talvez não seja nenhuma surpresa, mas o vlogging (blog em vídeo) é um grande negócio. Um vlogger especialmente bem sucedido na área das viagens chama-se Casey Neistat, e até desenvolveu uma aplicação para ajudar mais pessoas a partilhar os vídeos. Essa mesma aplicação foi vendida à CNN, em novembro do ano passado, por 25 milhões de dólares (21,9 milhões de euros), como empurrão para competir com o YouTube.

Um mercado que antes era dominado pelo Instagram passou agora para o YouTube. De acordo com um estudo realizado em parte pela Google (empresa-mãe do YouTube), 64% das pessoas que assistem a vídeos de viagem fazem-no quando planeiam ir viajar. Este público traduz-se em receitas publicitárias altamente produtivas: os vídeos com publicidade podem custar até 187 mil dólares (163 mil euros) por upload e abrange tudo, desde marcas de bagagem até ferramentas para ajudar na construção de sites.

No mês passado, na VidCon, um evento anual que conta com cerca de 30 mil YouTubers, e criadores de aplicações, várias redes sociais anunciaram novas ferramentas para impulsionar este negócio. Por exemplo, o YouTube anunciou uma ferramenta de produção chamada VR180 que facilita a criação e a partilha de vídeos 3D em 180 graus. E o Facebook revelou atualizações em na sua aplicação ‘Mentions’, que permite que os criadores apliquem efeitos nos seus vídeos ao vivo e que se conectem mais facilmente com os seguidores.



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