Processos do Benfica deixam de ser depositados no sistema informático Citius

Em causa estarão constantes ataques informáticos. Na segunda-feira à noite, o caso "e-toupeira", subequente ao "caso dos emails", ganhou novos contornos depois do blogue "Mercado de Benfica" ter divulgado informação confidencial de processos referentes ao clube da Luz.

Tiago Petinga/Lusa

De forma a evitar fugas de informação relativas ao Sport Lisboa e Benfica, o processo judicial conhecido por “caso dos emails”, que envolve o clube da Luz, é agora tramitado fora do Citius, plataforma de acesso a informações judiciais para cidadãos, empresas e profissionais de justiça, noticia o “Correio da Manhã” esta terça-feira.

Os magistrados terão jutificado a decisão pela dificuldade de identificar “toupeiras” que entram no sisitema informático da Justiça portuguesa. Os constantes ataques informáticos tambem sustentam a decisão dos magistrados.

A decisão estende-se a diversos magistrados do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa e de outras comarcas. O CM refere que já há procuradores e juízes a não colocar peças processuais no Citius, por não confiarem no programa criado para unificar a Justiça nacional.

Na segunda-feira à noite, 12, o caso “e-toupeira”, subequente ao “caso dos emails”, ganhou novos contornos depois de um blogue – “Mercado de Benfica” – ter divulgado informação confidencial.

Tratou-se de um ofício da procuradora Vera Camacho, do DIAP de Lisboa, enviado para o serviço de alojamento de sites “Wodpress”, que pedia a identificação dos IP’s utilizados para alimentar a página. A procuradora argumenta que o blogue “Mercado da Ribeira” divulgou um documento policial protegido por lei.






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