Presidente da Associação de Vinhos e Espirituosas: “Estamos a assistir a um fundamentalismo anti-álcool”

O setor do vinho em Portugal vai de boa saúde, à boleia do turismo e das exportações, e os primeiros meses de 2018 confirmam essa tendência dos últimos anos. Mas, numa entrevista exclusiva ao Jornal Económico, George Sandeman alerta para o risco de se adotarem medidas de aumento de preço e de restrições publicitárias às bebidas alcoólicas, como tem ocorrido nos países do norte da Europa, com destaque para a Irlanda e Escócia.

Regis Duvignau/Reuters

Como presidente da ACIBEV é a pessoa indicada para me explicar quanto vale realmente o setor do vinho em Portugal…

O que é o vinho em Portugal? A ACIBEV representa sensivelmente todas as grandes, médias e pequenas empresas produtoras de vinho em Portugal, mas também as importadoras e as distribuidoras, incluindo o setor das bebidas espirituosas. Representamos produtos certificados, a grande maioria das marcas conhecidas dos consumidores, com indicação geográfica, entre empresas produtoras, operadores, vitivinicultores. Trata-se de um tecido empresarial muito denso e complexo.

Quanto é que representa este setor em termos de volume de negócios anual?

O setor neste momento representa um volume de negócios anual de cerca de 600 milhões de euros, dos quais cerca de 50% a 60% são destinados a exportações. As empresas que representamos aportam valor aos vinhos portugueses. Estamos a falar de marcas como o Mateus Rosé, Esporão, Aveleda, Quinta do Crasto, Barca Velha, entre outras. São as empresas do setor que mais exportam, que mais aportam valor.

Entrevista publicada na edição semanal do Jornal Económico. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor.






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