Precários não integrados na função pública ameaçam avançar para tribunal

Os dirigentes sindicais não têm dúvidas de que os trabalhadores que foram excluídos vão avançar para tribunal, a fim de entrarem nos concursos.

Milhares de requerimentos de trabalhadores precários da administração pública que foram remetidos às Comissões de Avaliação Bipartida (CAB) estão a receber parecer negativo. Os dirigentes sindicais não têm dúvidas de que os trabalhadores que foram excluídos vão avançar para tribunal, a fim de entrarem nos concursos, avança o jornal “Diário de Notícias”.

O dirigente da Fesap, José Abraão, prevê que, no máximo, os requerimentos deferidos deverão rondar os 25 mil, depois de terem sido remetidos quase 32 mil. “Há a tentação de alguns serviços de dizerem que o vínculo é adequado” e que “a sua função não corresponde a uma necessidade permanente”, indica José Abraão, advertindo que “estes casos vão acabar em tribunal”.

Ana Aviola, dirigente da Frente Comum, não duvida que, caso os trabalhadores precários venham a avançar para tribunal, venham a ganhar o processo. “Os que estão em regime de outsourcing, como os dos programas comunitários, se forem para tribunal, ganham”, afirma. A dirigente lembra que, após verem os seus requerimentos recusados, os trabalhadores têm dez dias para contestar essa decisão.






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