Os números do desemprego vistos pelos especialistas

O INE revelou hoje a estimativa provisória da taxa de desemprego de setembro de 2016, que se situou em 10,8%.

Rafael Marchante/Reuters
Rafael Marchante/Reuters

Segundo os especialistas consultados pelo Jornal Económico, os números do desemprego refletem uma melhoria na economia e a possível quebra no ciclo negativo deixado pelos anos de maior austeridade.

 

João Duque (professor do ISEG):

“Eu não gosto muito de comentar os resultados do desemprego. Prefiro comentar os dados do emprego, porque estes dados divulgados pelo INE não são de todo explicativos da realidade portuguesa. Temos menos desemprego, mas porquê? Houve uma absorção de uma percentagem de desempregados pelas empresas? Emigraram? Deixaram de procurar emprego? Passaram à idade de reforma?

Mas a economia portuguesa está de alguma forma a contribuir para um acréscimo na taxa de empregados em Portugal. Eu diria que os setores que mais impulsionaram o crescimento do emprego foram o turismo e o imobiliário. Sobretudo o turismo, que tem sido também o grande foco das empresas portuguesas.”

 

José Reis (professor da Universidade de Coimbra):

“Estes dados são coerentes com a tendência de melhoria que vamos vendo na economia portuguesa. Acho que, em temos económicos, Portugal conseguiu estabilizar-se e ultrapassar a tendência de convulsão que se fez sentir nos últimos anos na economia portuguesa. Estes dados são também coerentes com a estratégia de recuperação da economia. Penso que este governo tem tentado reverter a situação económica deixada pelos anos de austeridade da troika. Estes dados do desemprego só não são melhores devido às dificuldades que a economia ainda atravessa.”

 

Pedro Lains (professor da Universidade de Lisboa):

“O desemprego em Portugal tem descido e o emprego tem subido, nos últimos trimestres, sem que tenha havido uma recuperação do investimento. Ora isso só pode significar que o grau de utilização da capacidade produtiva instalada aumentou. As crises financeiras têm precisamente um impacto negativo no grau de utilização da capacidade produtiva e esse efeito foi claro em Portugal, efeito agravado ainda pelas fortes medidas contracionistas do período da troika. A evolução positiva do desemprego (e do emprego) pode indicar que o ciclo negativo em que a economia portuguesa se encontrava foi interrompido, ainda antes da recuperação do investimento, que se espera venha a acontecer em breve.”

 

Nuno Ribeiro da Silva (presidente da Endesa e vice-presidente da AIP):

“A descida dos números do desemprego é sempre algo de positivo para a economia. O mês de setembro é ainda, à semelhança de agosto, um mês em que o turismo e outros serviços ligados ao lazer permitem estimular a economia e, por isso, era de esperar que os valores de setembro fossem bastante semelhantes aos de agosto, dada a esta ‘sazonalidade positiva’. A explicar os valores de setembro pode estar ainda a atividade ligada a obras camarárias, que se verificam agora com maior intensidade com o ciclo de proximidade das eleições. Esta tendência de descida, que já vem do Governo anterior, pode ser explicada ainda pelo ciclo migratório. No entanto, é importante considerar até que ponto é que a economia está a absorver o desemprego, sobretudo o desemprego de longa duração, e qual a real qualidade do emprego.”

 

Tiago Caiado Guerreiro (Advogado especialista em Direito Fiscal e Económico):

“Qualquer descida da taxa de desemprego é positiva. Mas a questão aqui é até que ponto essa descida se é significativa. Porque até pode haver uma grande diminuição do desemprego e um aumento do emprego mas se a dívida pública sobe, está tudo estragado. E a verdade é que a dívida pública tem aumentado, pelo sétimo mês consecutivo. E sem a criação de riqueza, estes valores não querem dizer nada.”

 

  • Honesto_Honoris Causa

    O desemprego está nos 45%, (apesar da enorme emigração) andam a apagar as inscrições, sempre que o desempregado não aparece no IEFP, em 60 dias, PARA NADA, JÁ QUE NÃO HÁ EMPREGOS, O PAÍS ESTÁ SEM CRESCIMENTO ECONÓMICO. No interior do país então não há nada de nada, só biscatos de vez em quando.
    Têm vergonha de quê? Escondem a verdade deste povo manso porquê? Já o antigo governo fazia o mesmo!
    Se houver empregos, é só para quem emigra!
    Espanha assume mais do triplo dos valores tugas… Os espanhóis não são mansos e
    não admitem ser enganados de forma tão obscena. É por estas e por
    outras que estão, a ser, sempre enganados…. Aceitam tudo, conheço
    vários desempregados, todos enganados pelo IEFP, estão a ser, sempre
    apagados das listas de desemprego. Uma vergonha!Depois voltam a
    inscrever-se e voltam a apagá-los até se fartarem…. e deixarem de
    aparecer, só assim é que o desemprego desce, MAS NÃO SOBE O EMPREGO, HA
    HA HA HA …
    Desce o desemprego, MAS NÃO SOBE O EMPREGO, NEM AOS ANALFABETOS CONSEGUEM ENGANAR, PÁ! Para onde vão os desempregados? Para debaixo de alguma pedra? Ou são ignorados, para “garantir” a “grande competência” da gerinçonça…

    • Luís Nata

      Diz-me o que fumaste ou bebeste, para eu não fumar nem beber o mesmo.

      • Honesto_Honoris Causa

        Bebi realidade e verdade…

      • Carlos Gomes

        Custa a ouvir verdades, não custa? Ah pois custa, não era só o governo anterior que apagava os desempregados da lista, este também o sabe fazer!

    • Carlos Gomes

      É verdade, infelizmente, é a realidade do Portugal de hoje!

    • Lopez

      Concordo plenamente com a sua análise. Infelizmente é o que temos.
      Eu mesmo fui vítima dessa tentativa do IEFP de apagar inscrições.

    • Assunção Palma

      Tem toda a razão. Para apresentarem nos Centros de saude as declarações do Centro de Emp. como comprovativo de que estão desempregados, para não pagarem taxas, tenho ouvido mta gente queixar-se de que vão ao Cent. de Emp. e dizem às pessoas que lhes mandaram cartas para preencherem e devolverem a dizer se já têm emprego ou se querem manter a inscrição. Acontece que as pessoas dizem que não receberam nada, então cortam-lhes as inscrições. Se fossem poucas pessoas, 2 ou 3 ainda se podia pensar que os carteiros meteram as cartas no numero errado, o que acontece com frequência. E o pior é que todos os meses trocam os carteiros de zona na cidade, nem chegamos a saber quem é e as pessoas queixam-se constantemente que lhes aconteceu isso.
      Ah! e agora a Seg. Social está a enviar cartas a pessoas que estiveram no fundo de desemprego, para devolverem valores superiores aos que receberam do desemprego. Tenho um vizinho que esteve no desemprego 4 meses a receber 419 euros mensais. Deram-lhe a oportunidade de fazer um curso no IEFP com a duração de 3 meses. Agora exigem-lhe o pagamento de mais de 3 mil euros, mto mais do que lhe pagaram . Coitado veio mostrar-me a carta, para eu lhe explicar aquilo que ele tinha visto, mas não acreditava. Então foi à Seg. Soc. aqui da cidade e o funcionário esteve a ver e disse-lhe que estão a mandar cartas às pessoas a exigir dinheiro que as pessoas não receberam e que mta gente já foi lá queixar-se tb… o próprio funcionário fez um documento para ele apresentar na Seg. Soc. de Faro, pq ele trabalha no estaleiro de cá, mas a empresa tem a sede em Faro. Resumindo, tem de pagar e tem de pagar e pronto…lá conseguiu acordar com eles o pagamento de 50€ por mês até pagar o valor todo. Pagando 50€ por mês, morre e não acaba de pagar os 3 mil e tal euros. O subsídio de desemprego é um direito que ele tinha e tem, pois há quase 20 anos a trabalhar na mesma empresa, que teve 4 meses praticamente sem trabalho e o func foi para o fundo de desemprego os 4 meses, mas durante 3, fez um curso de formação. Pagar ao Estado, dinheiro que o Estado não pagou a mais ao contribuinte? Isso revolta… então esteve no fundo de desemprego 4 meses, em vez de receber o que tinha direito, ainda tem de devolver à Seg. Soc. mais do que recebeu? Deviam ter vergonha… na folha do extrato aparecem mtas parcelas de vários valores e diferentes uns dos outros, uns de 50 e tal euros, outros de 40 e tal, outros de 70 e são tão burros que não viam que pagavam 419€ mensais? Não vem no extrato nenhuma parcela de 419€. Têm de ir roubar o dinheiro seja onde for, não interessa a quem e se deve ou não. Eu se não visse a carta não acreditava. E pela conversa do func. da Seg. Soc. parece que mtas pessoas se têm queixado.

  • FernandoAlves

    Independentemente das leituras que se façam é sempre algo de positivo, pois se o valor subisse é que a leitura era clara! Assim, e apesar das normais descidas no desemprego que se registam nos meses de Verão, é sempre um sinal de alguma estabilização da economia.

  • João Hermínio

    Com franqueza tenho muita dificuldade em perceber esta notícia.
    Não quero retirar a razão aos “especialistas” (creio que especialistas em desemprego), mas aquilo que nos é dado a observar, a não especialistas, ou seja, ao cidadão comum, é que temos centros urbanos que, quando não são um enorme deserto, se agitam não pelas actividades comerciais ou de serviços, mas por muitas pessoas de 40/50 anos de idade sem qualquer ocupação, ou por jovens que nem trabalham nem estudam.
    Acresce o facto de, a fazer fé em notícias recentes, a emigração embora com números menores, continua a ser um facto relevante que conduz mão de obra disponível para o estrangeiro, com inusitada frequência.
    O que me parece é que, embora os números do desemprego possam ter baixado, o que provavelmente até se pode explicar por alguns procedimentos administrativos do IEFP, a baixa dos números do desemprego não reflecte uma inversa e proporcional subida do emprego.

    • Carlos Gomes

      Concordo totalmente! É preciso ter em consideração, as muitas pessoas, acima dos 30 e até aos 55 anos, que ficaram desempregados e entretanto até já deixaram de receber subsídio desemprego. Muitas delas, já desistiu de estar inscrito nos centros emprego, porque emigraram, acham que não vale a pena estar inscrito, ou porque estão a frequentar cursos de formação para se entreterem, ou passaram para a reforma antecipada. Esta é que é a realidade! O desemprego real deve rondar os 15% da população!

      • Jcesar

        Mais positivo que a descida do desemprego, é a criação de emprego, que a noticia confirma.

        Porque o desemprego até podia estar a descer devido a emigração, cursos de formação, estágios, …………………………………..
        Mas a realidade segundo a notícia, é por estar a ser criados empregos, e basta reparar no aumento da receita que se tem verificado na Segurança Social, porque há mais pessoas no ativo.

    • Lopez

      Exactamente!

    • O Diabo veste PIB.

      Então e como é que você pensa que se podem criar postos de trabalho para gente com + de 40 anos, muitos dos quais sem habilitações quer profissionais quer académicas ?

      • Caveira

        essa era uma pergunta que nunca você fez, no tempo da troika.
        nessa altura, o emprego era um direito para todos, independentemente de todos os condicionalismos.
        agora, as habilitações e da idade já são fatores a ter em conta?

      • João Hermínio

        A pergunta terá de ser feita a quem governa. Geralmente em períodos de campanha eleitoral costumam ter solução para tudo.
        Mas entre outros exemplos, penso que as politicas de apoio a desempregados poderiam ser consideravelmente revistas. Julgo que é errado financiar (com a antecipação de subsídios de desemprego) a abertura de comércios muitas vezes por pessoas sem quaisquer conhecimentos para tal, quando os financiamentos deveriam ser dirigidos para projectos colectivos em áreas produtivas, com metas de criação de postos de trabalho.

    • ANONIMO

      Caro “João Hermínio”, como admitiu a falta de conhecimento, mas deu uma opinião correta que revela dúvida genuína (ao contrário do típico perfil falso que anda aí a fazer propaganda), vou ajudá-lo a perceber os factos:

      1– Na comparação da criação líquida de emprego (emprego criado – emprego destruído), temos o valor mais positivo dos últimos 24 meses (2 anos), que foram 93 mil postos de trabalho criados de forma líquida, durante os 12 meses entre Setembro de 2015 e Agosto de 2016.
      O valor mais baixo tinha sido registado em Setembro de 2015, com apenas cerca de 25 mil postos de trabalho.

      2– Apesar de ainda estarmos a perder população, a queda é menor, ou seja, há menos gente a sair do país, o que significa que isto pesa agora menos na variação da taxa de desemprego do que nos anos anteriores, em que, tirando os efeitos desta e de outras alterações estatísticas, se chegou ao valor de 29% de desemprego real naquele período em que certo governo decidiu “ir mais além” que a troika.

      3– A taxa de desemprego, ajustada de sazonalidade, passou de 12.4% em Setembro de 2015, para apenas 10.8% em Setembro de 2016. Ou de 635.7 mil para 555.6 mil desempregados (-80.1 mil).

      4– Sabemos também que com o novo governo, foram cortadas as verbas para a criação virtual de emprego através de estágios no IEFP. Isto representa um descréscimo de cerca de 50 mil estágios nestas condições.

      5– E mais positivo é, como seria de esperar após ler o ponto 1, que de facto a população empregada cresceu de 57.3% para 58.6%, ou de 4478.2 mil para 4567.5 mil empregados (+89 mil) entre Setembro de 2015 e 2016.

      • ANONIMO

        Já agora, a fonte oficial e independente destes números é o Instituto Nacional de Estatística (INE).

        E vou também clarificar esta manipulação dos números que consta na opinião do Tiago Caiado Guerreiro:
        «até pode haver uma grande diminuição do desemprego e um aumento do emprego mas se a dívida pública sobe, está tudo estragado»

        A– A diminuição do desemprego (acima de tudo quando é real, ou seja, quando se deve à criação de emprego, como já provei que é o que de facto está a acontecer), permite diminuir a despesa com subsídios de desemprego (e/ou outros apoios sociais) e aumentar a receita das Contribuições para a Segurança Social (porque há mais gente, patrões e trabalhadores, a descontar para a TSU).
        — Ou seja a criação de emprego que se verifica, que até está acima do previsto, contribui positivamente para a diminuição do défice orçamental das Administrações Públicas.
        — Ora, se assim é, isso diminui a necessidade de endividamento, logo, é bom para diminuir o ritmo de crescimento da dívida pública.

        B– A dívida sofre, desde 2008, um efeito “bola-de-neve”, ou seja, depois do último ano em que desceu (2007), a dívida tem sempre vindo a subir, pois o que se paga em juros (4.5% do PIB), é maior que o superávit primário (0.9% do PIB) somado com o crescimento nominal do PIB (3.7%) subtraído dos gastos extra como os da recapitalização da banca, como o Banif (1.3% do PIB) em 2015.
        — Portanto em 2015 a dívida líquida aumentou 1.2% do PIB (120.4% para 121.6%. E em 2016 já aumentou para 121.8% (+0.2%), algo que será agravado pela recapitalização da Caixa (+1.5%).
        — O que desceu de 130.6% para 129% do PIB foi a dívida bruta (líquida + depósitos), ou seja, o que realmente diminuiu em 2015 foram os depósitos, onde está a chamada “almofada financeira”.

      • Frederico Almeida

        Belo esforco….
        Mas muito blablabla para nada.
        Lembra.te que existem pessoas que tem familiares no IEFP e sabem a dura realidade.
        Escusas de perder o teu tempo com lenga lenga pois a realidade é pior que a tua ficcao…

        • ANONIMO

          Alguém que chama “ficção” a um comentário que lista FACTOS provenientes de entidades oficiais e independentes, é o quê?

          Alguém que faz um comentário vazio de substância, em que o único pensamento saído da sua capacidade de raciocínio é chamar “blablabla” a um texto bem fundamentado, é o quê?

          Enfim, só te posso agradecer, porque o que deixaste óbvio é que contra FACTOS não há argumentos. És como os comentadores da Fox News, que dizem que os factos não interessam, porque o mais importante é o que os seus comentadores “sabem” ou “sentem” que se passa…

      • João Hermínio

        Louvo o esforço interpretativo que fez de demonstrar os números oficiais.

  • O Diabo veste PIB.

    Claro que a apreciação dos 2 fascistas (João Duque e Tiago Caiado Guerreiro), foi inquinada pelo ódio ao êxito deste Governo de Esquerda.

    • Caveira

      lá porque não papagueiam as alarvidades da geringonça passam logo a fascistas.
      é pá, veja lá se controla a azia.

      • O Diabo veste PIB.

        João Duque e Tiago C@g@do Guerreiro são dois reconhecidos fascistas.

        E você é fascista e parvo.

        • Caveira

          volta lá para o teu covil, que isto aqui é só para gente minimamente civilizada, ó trauliteiro reacionário.

          • O Diabo veste PIB.

            Oh seu caveira de m€rda. Cale já a put@ da boca.

          • Caveira

            javardolas vermelho.

          • O Diabo veste PIB.

            Oh seu caveira de m€rda. Cale já a put@ da boca..

        • Frederico Almeida

          Mentecapto

          • O Diabo veste PIB.

            Oh seu Almeida de m€rda. Cale já a put@ da boca.

          • O Diabo veste PIB.

            Mentecapto é o C#$%&€ que te F@DA.

  • O Diabo veste PIB.

    Os “comentadores”, aqui, são os peões-de-brega da São Caetano à Lapa.

    Eles são os reaccionários, acéfalos, que apenas papagueiam o que lhes é encomendado pelo PPD.

    Não passa de Palhaçada.

    • Caveira

      este homem é mesmo um calhordas de especial coturno.
      e de onde vem encomendado o seu papaguear? com tanto ódio e ressabiamento só pode ser da soeiro.

      • O Diabo veste PIB.

        Oh seu caveira de m€rda. Cale já a put@ da boca.

        • Caveira

          o gajo descobriu-se com este vómito. só podia mesmo ser comuna reacionário da treta.

          • O Diabo veste PIB.

            Oh seu caveira de m€rda. Cale já a put@ da boca.

          • Caveira

            caceteiro primário. ahahahah

          • O Diabo veste PIB.

            Oh seu caveira de m€rda. Cale já a put@ da boca.

          • Caveira

            oi boi. marra aí.

          • O Diabo veste PIB.

            O caveira do C#%^/@ tinha que abrir o bico…

          • Caveira

            ó touro lindo!!!!!!

          • O Diabo veste PIB.

            Caveira, malcriadão do C#%^/@ , tenha vergonha nesse fuicinho…

          • Caveira

            javardolas, volta para os curros.

          • O Diabo veste PIB.

            Caveira, malcriadão do C#%^/@ , tenha vergonha nesse trombil.
            .

          • Assunção Palma

            Está a ver pq o tenho bloqueado? Bloqueei o 1º nick dessa pessoa, agora invente qtos nick inventar, aparece-me sempre bloqueado a mim, mm que mude de nick qtas vezes entender.

      • Assunção Palma

        Essa prenda é um dos MIL NICKS, tenho-o bloqueado.

        • O Diabo veste PIB.

          Você bloqueia mas é o C”#$%&.

        • Caveira

          MIL NICKS?

          • Assunção Palma

            Sim, tem tantos nicks, que eu já o alcunhei de MIL NICKS. Vejo que é a mesma pessoa, pq sempre que aparece um nick novo que aparece bloqueado qdo lhe respondem, a mim aparece-me bloqueado e é um nick novo e é sempre a mesma pessoa.

    • Frederico Almeida

      Mentecapto
      Nem mereces que uma pessoa desca ao teu nivel pois acabarias por nos derrotar pelo teu nível de estupidez e má educacao.

      • O Diabo veste PIB.

        Os “comentadores”, aqui, são os peões-de-brega da São Caetano à Lapa.

        Eles são os reaccionários, acéfalos, que apenas papagueiam o que lhes é encomendado pelo PPD.

        Não passam de Palhaços.

  • Frederico Almeida

    Estas bestas de especialistas nao teem nada.
    Quem tem familiares a trabalhar no IEFP sabe bem que a realidade nao tem nada a ver com o que está escrito nesta notícia sobre a forma como os numeros devem ser interpretados.