Navio Gil Eannes recebeu 85 mil visitantes em 2017

Este número representa um crescimento de 30% face a 2016 e uma duplicação face ao número de visitantes do navio Gil Eannes em 2015, e refere-se apenas às visitas efetivamente pagas.

O museu Gil Eannes, que se encontra ancorado no porto de Viana do Castelo funcionando como um museu encerrou o ano passado com um crescimento de 30% na afluência, atingindo um número recorde de 85.000 visitantes.

Este número representa também uma duplicação face ao número de visitantes do navio Gil Eannes em 2015 e refere-se apenas às visitas efetivamente pagas.

Para este crescimentos de turistas terá sido decisivo o facto de, em 2017, o maior ‘site’ de viagens do Mundo, o Tripadviser, ter classificado o navio Gil Eannes como um dos dez melhores museus de Portugal, além de ter obtido um sétimo lugar no Traveler’s Choice Awards.

Estas questões foram abordadas dia 28 de dezembro de 2017 na assembleia de fundadores da Fundação Gil Eannes, que reuniu em sessão plenária, a bordo do navio.

Nessa assembleia, foi aprovado por unanimidade o plano de atividades e respetivo orçamento para 2018.

“O plano para o ano de 2018 reflete o crescimento que se está a conseguir alcançar, fruto dos elevados investimentos que se têm permanentemente realizado, em várias áreas, com forte incidência na manutenção e na recuperação de alguns dos espaços do navio”, destaca um comunicado da Fundação Gil Eannes.

Dos vários eventos planificados para o ano de 2018, há a considerar diversas exposições, edições de livros, dinamização da presença do navio nas redes sociais e numerosas iniciativas culturais, entre outras, tendo como objetivo “diversificar e conseguir chegar a novos públicos”.

Estão também previstas diversas iniciativas no âmbito da celebração do 20º aniversário da chegada do navio a Viana do Castelo, a 31 de janeiro, como exposições e edições de livros.

É ambição da fundação Gil Eannes “fazer do navio e da cidade que o viu nascer, Viana do Castelo, uma das principais referências relativamente à temática marítima, e contribuir para a preservação da memória coletiva de um povo, e de uma nação, que anteviu no mar a sua principal fonte de desenvolvimento”, conclui o referido comunicado.




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