Pablo Forero: “Não há qualquer intenção de transformar o BPI numa sucursal”

O BPI ganhou pela primeira vez o prémio que ao longo de anos coube ao Santander Totta, o de ‘Melhor banco em Portugal’, da “Euromoney”.

O BPI recebeu o prémio do ”Melhor Banco em Portugal”, atribuído pela revista Euromoney, no âmbito dos ‘Euromoney Awards for Excellence 2018’, pela primeira vez. No seguimento deste prémio, entrevistámos o presidente da comissão executiva, Pablo Forero.

A revista Euromoney atribuiu o prémio de Melhor Banco a atuar em Portugal pela primeira vez ao BPI, depois de anos consecutivos o atribuir ao Santander Totta. O facto de o BPI ser hoje quase integralmente do CaixaBank ajudou à atribuição desse prémio?

O controlo do CaixaBank trouxe estabilidade acionista e robustez no capital, o que é um fator muito relevante para a vida do banco e  para as suas perspetivas futuras. Mas nada se faria sem o contributo de toda a equipa do BPI. Em 2017, registámos na atividade doméstica os melhores resultados dos últimos 10 anos, acabámos o ano com um número recorde de clientes e a ganhar quota de mercado na generalidade dos segmentos em que o Banco atua.

O que explica que a Euromoney tenha reconhecido o BPI como melhor banco? Quais são os requisitos para se atingir esse prémio?

A distinção resulta de uma combinação de métricas quantitativas e qualitativas. O volume total de crédito do BPI a empresas em Portugal, que registou um aumento (orgânico) muito expressivo de 6.4% (mais 411 milhões de euros), justifica um sublinhado especial, porquanto em 2017 o conjunto do mercado contraiu a sua carteira de crédito. A Euromoney também valorizou a gestão financeira prudente do BPI, a capacidade tecnológica e de inovação e o compromisso social.

 

Artigo publicado na edição semanal do Jornal Económico. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor






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