Mentiras de Donald Trump desde que está na Casa Branca enchem página de jornal

O jornal “The New York Times” dedicou uma página inteira ao inventário de todas as afirmações falsas que presidente norte-americano fez desde que te tomou posse.

Carlos Barria/REUTERS

A mentira tem perna curta. O jornal “The New York Times” dedicou uma página inteira da edição desta semana a um inventário sui generis, o de todas as mentiras que presidente norte-americano, Donald Trump, disse desde que te tomou posse, em janeiro.

A listagem contém as contradições de Donald Trump sobre uma série de assuntos, como por exemplo a Guerra do Iraque, a Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), o polémico decreto anti-imigração, o número de participantes na tomada de posse do presidente ou a controvérsia sobre a alegada interferência da Rússia nas últimas eleições americanas e na ​ campanha  de Donald Trump.

A publicação americana considera que o republicano tem feito afirmações contraditórias e falsas desde que chegou à Casa Branca, há cerca de cinco meses, ou até mesmo durante a campanha nas presidenciais. A tendência de Donald Trump de divulgar informações falsas levou ainda a que o antigo diretor do FBI James Comey testemunhasse em juramento que não confiava no atual presidente nem na honestidade pelas quis se pautavam as suas reuniões.

Quando questionado pelo presidente do Comité de Inteligência do Senado, Richard Burr, sobre o motivo de ter registado todos os contactos que teve com Donald Trump de forma mais meticulosa em comparação com os que teve com Barack Obama, James Comey respondeu: “Eu estava honestamente preocupado com a hipótese de ele poder mentir sobre o motivo da nossa reunião, e pensei também que seria realmente importante deixá-la guardada em ata”.

Em relação ao ex-presidente Barack Obama, um dos exemplos apresentados tem que ver com as críticas à nacionalidade do antecessor, que Donald Trump dizia ‘seguramente’ ter nascido no Quénia e não nos Estados Unidos [Honolulu, no Havaí]. Ainda assim, o governante culpou a sua ex-adversária, Hillary Clinton, de ter iniciado a polémica sobre a nacionalidade de Barack Obama.



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