Investimento direto estrangeiro pode atingir mil milhões de euros, realça António Costa

Primeiro-ministro advertiu no entanto que o salário médio tem de aumentar para que o país atraia recursos humanos de qualidade.

© Jornal Económico/ Cristina Bernardo

O primeiro-ministro afirmou hoje que as intenções de investimento direto estrangeiro em Portugal atingem os mil milhões de euros, mas advertiu que o salário médio tem de aumentar para que o país atraia recursos humanos de qualidade.

António Costa avançou este dado durante o debate quinzenal, na Assembleia da República, em resposta a perguntas formuladas pelo deputado independente do PS Paulo Trigo Pereira sobre perspetivas do investimento direto estrangeiro e do investimento privado em Portugal.

“Neste momento, em processamento na AICEP [Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal] estão cerca de mil milhões de euros de intenções de investimento direto estrangeiro no país. Este investimento direto estrangeiro em Portugal, em primeiro lugar, começou com as empresas que há muito se encontram no país – empresas que nos conhecem bem e, por isso, confiam”, declarou o primeiro-ministro.

António Costa especificou depois que essas intenções de investimento partem de empresas como a Siemens, a Bosch, a Continental Mabor ou a Wolkswagen.

“A atração de investimento direto estrangeiro ajuda a suprir a falta de capital nacional”, sustentou.






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