IGCP vai ao mercado para angariar até 1,5 mil milhões na próxima quarta

A Agência da Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública vai realizar no próximo dia 17 de maio, pelas 10:30 horas, dois leilões das linhas de Bilhetes do Tesouro com maturidades em 17 de novembro de 2017 e 18 de maio de 2018, com um montante indicativo global entre 1.250 milhões de euros e 1.500 milhões de euros.

D.R.

O IGCP vai realizar no próximo dia 17 de maio, pelas 10:30 horas, dois leilões das linhas de Bilhetes do Tesouro (BT) com maturidades em 17 de novembro de 2017 e 18 de maio de 2018, com um montante indicativo global entre 1.250 milhões de euros e 1.500 milhões de euros.

A Agência da Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública tinha feito no passado dia 19 de Abril, um duplo leilão de dívida de curto prazo, conseguindo colocar os títulos com taxas de juro mais baixas. O IGCP colocou 300 milhões de euros em BT com maturidade em Julho (três meses), com uma yield de -0,266%, que compara com a taxa de -0,219% do leilão de Fevereiro. E emitiu 950 milhões de euros em BT com maturidade em Março de 2018 (11 meses), com uma yield de -0,135%, que compara com a taxa de -0,096% do leilão de Fevereiro.

Portugal colocou no passado dia 10 de maio, 1.250 milhões de euros, montante máximo indicativo, em Obrigações do Tesouro (OT) a cinco e dez anos a taxas de juro inferiores em ambos os prazos às dos anteriores leilões comparáveis, foi anunciado.

A cinco anos foram colocados 618 milhões de euros a uma taxa de juro de 1,828% e a 10 anos o IGCP emitiu 632 milhões em dívida a um juro de 3,386%.

A procura de OT a cinco anos atingiu 1253 milhões de euros, 2,03 vezes superior ao montante colocado, e a de OT a dez anos cifrou-se em 1216 milhões de euros, 1,92 vezes superior ao montante colocado.

No último leilão comparável de OT do prazo mais curto, em 12 de abril deste ano, foram colocados 625 milhões de euros em OT a cinco anos e seis meses (maturidade em 17 de outubro de 2022), à taxa de juro de 2,174%, mais baixa do que a registada em fevereiro (2,753%), segundo a Lusa.

Em relação ao prazo mais longo, no anterior leilão comparável, em 8 de março, foram colocados 612 milhões de euros em OT a nove anos e quatro meses, (maturidade em 21 de julho de 2026), a uma taxa de juro de 3,950%.

No início de abril, a instituição liderada por Cristina Casalinho indicou que prevê emitir durante o segundo trimestre até ao máximo de 5.250 milhões de euros em dívida de curto e longo prazo.

 

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