Governo perspetiva perdas de 40 a 60 milhões de euros com o novo quadro financeiro comunitário

Vice-presidente do Governo Regional da Madeira desloca-se a Bruxelas entre 26 e 28 deste mês para finalizar a apresentação do quadro financeiro plurianual (QFP) para o período 2021-2027.

Duarte Gomes

Os cortes previstos na proposta de orçamento da União Europeia (UE) para o pós-2020 – no quadro financeiro plurianual (QFP) para o período 2021-2027 –  para as políticas de coesão e agrícola comum vão obrigar a uma gestão mais objetiva e pragmática das verbas, avisou, esta segunda-feira, Pedro Calado que pediu também o apoio das instituições financeiras e dos empresários madeirenses.

“A Região beneficiou de 931 milhões de euros neste quadro financeiro, se tivermos uma redução entre 5 a 7 % isso significa que perdemos entre 40 a 60 milhões de euros”, alertou o vice-presidente do Governo Regional da Madeira que se desloca a Bruxelas entre 26 e 28 deste mês para finalizar a apresentação quadro financeiro plurianual (QFP) para o período 2021-2027.

“Não tenhamos muitas esperanças que este quadro seja mais favorável do que aquilo que foi até ao dia de hoje. Há menos países a contribuírem, há mais despesas e há uma inversão da tendência dos sectores estratégicos para os quais a União Europeia acha que é importante contribuir”, vincou Pedro Calado. O número dois do Executivo madeirense encerrou, ao início da tarde,  as intervenções do workshop ‘Financiamento para o Turismo: as melhores soluções” promovido pelo Millenium BCP e pela Confederação do Turismo Português, no auditório do Museu de Eletricidade da Madeira.

 

 




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