Gás de botija ficou 12% mais caro em apenas um ano

A Apetro indica que a subida dos preços deve-se sobretudo à subida das cotações, enquanto a carga fiscal manteve-se igual no Imposto Sobre Produtos Petrolíferos e o IVA refletiu a subida de preço.

O preço do gás butano em garrafa de venda ao público aumentou 12,1% no último trimestre de 2017, em comparação com o mesmo período do ano anterior. O valor médio fixou-se, no final do ano passado, nos 1,809 euros por quilograma, face aos 1,614 euros no período homólogo, segundo dados publicados esta terça-feira pela Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro).

Na comparação em cadeia, o preço do gás de botija aumentou 6,5% em relação aos 1,698 médios cobrados no período entre julho e setembro de 2017.

Já o preço médio antes de impostos foi de 1,443 euros por quilo, no quarto trimestre de 2017, mais 12,3% que os 1,285 do período homólogo e mais 6,7% que os 1,352 euros do terceiro trimestre. Em termos de consumo de butano, registou-se uma diminuição de 3,9 milhares de toneladas, ou seja, menos 7,6%, em termos homólogos.

O relatório da Apetro indica que a subida dos preços se deve “sobretudo à subida das cotações”, enquanto “a carga fiscal manteve-se igual no ISP [Imposto Sobre Produtos Petrolíferos], e o IVA refletiu a subida de preço” tanto do gás butano em garrafa como do propano granel.

No caso do propano granel, o preço médio de venda ao público aumentou para 1,383 euros por quilo, no quarto trimestre de 2017, mais 10,6% que os 1,250 no período homólogo. O consumo de propano foi inferior em todos os meses do quarto trimestre de 2017. Quando comparado com o trimestre homólogo, o consumo diminuiu 13,6 milhares de toneladas, ou seja, menos 9,0%.






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