Função Pública: maioria prefere cortes salariais a regressar ao trabalho

Números foram revelados pelo Ministério das Finanças. Apenas 182 trabalhadores que estavam na antiga mobilidade especial pediram regresso às funções.

Dos 782 trabalhadores do Estado que estavam na antiga mobilidade especial, 450 optaram por manter a “situação jurídica atual até à data legal da forma”, escreve esta quinta-feira o Correio da Manhã. 

Dos 450 trabalhadores, 275 preferiram a inatividade,com cortes salariais que podem chegar aos 60%. Os outros 175 preferiram trabalhar fora da Administração Pública.

No total dos trabalhadores abrangidos, 104 negociaram a rescisão por mútuo acordo, sendo que o Estado pagou um mês de salário por cada ano de trabalho. Outros 18 pediram a licença sem remuneração e houve ainda 28 que não entregaram requerimento com opção escolhida.

Os funcionários tinham até ao dia 28 deste mês para tomar uma decisão.



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