Finanças: Decisão da DBRS reflete “legados da crise”

O ministério liderado por Mário Centeno reagiu à decisão da DBRS em manter o rating português justificando esta notação com os legados da crise: endividamento e créditos em risco.

Cristina Bernardo

O ministério das Finanças reagiu à manutenção da notação da dívida pública portuguesa com o grau de investimento, com a perspetiva estável, justificando esta situação com “os legados da crise, em particular no endividamento e nos créditos em risco”. De resto, o ministério liderado por Mário Centeno considera que o Governo tem atuado nestas áreas específicas, nomeadamente ao nível do “crescimento económico, à consolidação orçamental e à estabilização do setor financeiro”.

Para o Governo português, a DBRS “reconhece o progresso que se tem verificado nos principais desafios que ainda se colocam ao país”.

“O reconhecimento dos bons resultados económicos e financeiros serve de âncora à classificação de Portugal com o grau de investimento, o que é refletido nas análises de crédito mais construtivas”, sublinhou o ministério das Finanças no mesmo comunicado.

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