Europa investe 26,4 milhões na integração de fontes renováveis

O projeto Sysflex junta 34 instituições, três das quais portuguesas, de 14 países, que vão identificar e avaliar os desafios técnicos das renováveis.

A Comissão Europeia quer que até 2030, pelo menos, 50% da energia existente na Europa seja proveniente de fontes renováveis, maioritariamente eólica, solar e hídrica. Para atingir essa meta é necessário aumentar a integração das fontes de energia renováveis.

É justamente com esse objetivo que nasce o Sysflex (Pan-European system with an efficient coordinated use of flexibilities for the integration of a large share of RES), projeto destinado a  identificar e avaliar até 2021 os desafios técnicos e trabalhar no desenvolvimento de estratégias técnicas, de mercado e de regulação que permitam identificar, quantificar e tirar partido das flexibilidades existentes no sistema elétrico europeu.

O projeto prevê a criação em oito dos 14 países que o integram – Portugal, Alemanha, Itália, Finlândia, França, Estónia, Letónia e Polónia – de áreas de demonstração, onde serão validadas as ferramentas que estão a ser desenvolvidas com vista a “garantir a máxima integração” de fontes renováveis “assegurando que a operação e abastecimento do sistema elétrico é feita de forma otimizada, tirando partido das flexibilidades existentes.”

Do lado português, o Sysflex é integrado por três instituições: Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), EDP Distribuição e Centre for New Energy Technologies.

O projeto implica um investimento de 26,4 milhões de euros, dos quais 20 milhões dos quais vão ser financiados pela Comissão Europeia.



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