Eurogrupo: Dijsselbloem coloca o seu futuro nas mãos dos países da zona euro

Presidente do Eurogrupo admitiu que, quando houver um novo ministro das Finanças holandês, caberá aos países da zona euro tomar uma decisão sobre o seu cargo, mas sublinhou que tal ainda poderá "levar alguns meses".

“Como sabem, o meu mandato vai até janeiro [de 2018] e a formação de um novo governo de coligação na Holanda pode levar alguns meses. Ainda é muito cedo para dizer se vai haver um hiato entre a chegada do novo ministro e o final do meu mandato”, salientou Jeroen Dijsselbloem, à entrada para uma reunião do Eurogrupo.

Contudo, “nesse caso, se houver um intervalo temporal” entre a entrada em funções de um novo ministro e o final do seu mandato, “caberá ao Eurogrupo decidir como querem proceder”, admitiu Dijsselbloem, que não vai ser reconduzido como ministro das Finanças no seu país, dada a derrota histórica do seu partido (PvdA) nas eleições da passada quarta-feira.

“Penso que discutirei [esta questão] com os ministros nos próximos meses. Vamos utilizar o tempo que temos para olhar em frente e ver que soluções eles preferem”, concluiu.

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