EUA pede ajuda à China para “moderar” Coreia do Norte

Após o disparo de um novo tiro de míssil da Coreia do Norte, o secretário de Estado norte-americano realçou os perigos do programa nuclear norte-coreano numa reunião com homólogo chinês Wang Yi.

KCNA/via Reuters
KCNA/via Reuters

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, pediu esta sexta-feira a Pequim ajuda para “moderar a atitude desestabilizadora da Coreia do Norte”, noticia a Lusa.

Após o disparo de um novo tiro de míssil da Coreia do Norte, o secretário de Estado norte-americano realçou os perigos do programa nuclear norte-coreano numa reunião com homólogo chinês Wang Yi. à margem de uma reunião do G20, na Alemanha.

Desde que Donald Trump foi eleito, este foi o primeiro encontro as autoridades norte-americanas e chinesas e “discutiram os esforços para fazer avançar a cooperação bilateral”, bem como “abordaram pontos de divergência num espírito construtivo”, salientou o porta-voz do secretário de estado norte-americano.

“As duas partes discutiram a necessidade de criar condições justas para o comércio e os investimentos”, disse o porta-voz de Tillerson, citado pela Lusa.

  • José Sousa

    Tirado do site do PCP:

    No tempo em que vivemos, no seguimento da evolução no século XX, 100 anos após a Revolução de Outubro, quando o sistema capitalista, com a sua natureza exploradora, opressora, agressiva e predadora, com as consequências trágicas que comporta, é atravessado pelo agravamento da sua crise estrutural, torna-se ainda mais evidente que o capitalismo é responsável pelos crescentes problemas e perigos que a humanidade enfrenta. A realidade do mundo de hoje comprova a importância e alcance dos objectivos da Revolução de Outubro e afirma o socialismo como exigência da actualidade e do futuro.
    Centenário da Revolução de Outubro – Socialismo, exigência da actualidade e do futuro.

    Conclusão: a solução está no comunismo. Exemplos de sucesso não faltam….

  • José Sousa

    Tirado do site do PCP:

    A campanha política, ideológica, institucional e mediática em torno dos 20 anos da chamada «queda do muro de Berlim» foi massivamente difundida pelos media e conduzida por uma assinalável «santa aliança» anticomunista entre extrema-direita, direita, social-democracia, ex-comunistas e a chamada «nova esquerda».
    As classes dominantes recorrem, mais uma vez, à revisão da história para erigir com estas «comemorações» uma gigantesca farsa que tenta apresentar o acontecimento como uma «revolução», uma vitória do «bem» sobre o «mal», um acto de «libertação», ocultando simultaneamente a História e as reais razões da construção do Muro como as provocações e as acções militares e de espionagem hostis dos EUA, Grã-Bretanha e França contra a RDA e o campo socialista, sinalizadas logo no início do pós-guerra.
    Ouvem-se mais uma vez os discursos da liberdade e democracia. Mas aqueles que os pronunciam são os mesmos que esmagam com a força dos seus exércitos a liberdade e a soberania de vários povos; são os mesmos que sequestram e torturam nos mais variados pontos do Mundo; que apoiam e financiam a matança e os crimes em Israel; que apoiam por baixo da mesa os golpistas nas Honduras; que espezinham na Europa a democracia e a vontade expressa dos povos.
    Ouvem-se mais uma vez os discursos triunfantes do capitalismo e da derrota definitiva do socialismo. Por isso se oculta o desastre económico e social resultante de duas décadas de introdução do capitalismo no leste europeu. O reconhecimento das conquistas reais do socialismo na RDA (pleno emprego, educação de excelente nível, acesso generalizado à cultura e ao desporto, saúde universal e gratuita, habitação a muito baixo preço, entre várias outras) é assunto tabu, como tabu é o reconhecimento das sucessivas sondagens e estudos realizados na RDA e outros países ex-socialistas em que a maioria do inquiridos considera viver hoje pior que no tempo do Socialismo.
    O conteúdo, os protagonistas e o estilo desta campanha mundial diz muito sobre os tempos que vivemos, sobre os objectivos de quem a promove e sobre o seu alvo preferencial: os comunistas e a capacidade dos povos de sonharem, lutarem e concretizarem a real e possível alternativa ao capitalismo e à profunda crise que o corrói – o Socialismo. Mas a correria em que andam os Fukuyamas deste mundo a propósito dos 20 anos da «queda do muro» não é sinal de segurança. É sinal de fraqueza…

    Ângelo Alves
    Intelectual. 45 anos de idade.

  • O manjerico.

    “abordaram pontos de divergência num espírito construtivo”

    Um bom princípio diplomático.