Empresas devem “dar folga” na sexta-feira, defende Associação Cristã

João Pedro Tavares, presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores, lembrou que "Fátima é transversal a uma parte significativa da sociedade portuguesa" e que "há uma componente de cristãos e católicos muito grande dentro da sociedade".

REUTERS/Rafael Marchante

“Acho que os empresários, em consciência, devem avaliar as suas realidades empresariais e as pessoas que com eles trabalham e verem se há essa possibilidade. Cada caso é um caso, mas acho que devíamos promover sempre empresas humanizadas”, afirmou João Pedro Tavares, presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE), em declarações à agência Lusa.

Por ocasião da visita do papa Francisco a Fátima, João Pedro Tavares disse que por um lado “haverá contextos, empresas e pessoas para quem este é um acontecimento que passa absolutamente ao lado”, mas, por outro, “haverá pessoas para quem o momento é de uma absoluta centralidade nas suas vidas e gostariam de estar presentes”.

Na opinião do presidente, as empresas devem ter “uma flexibilidade que permita encaixar esta realidade”, uma vez que “não é uma celebração qualquer de um 13 de maio”.

 

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