EDP ameaça avançar para tribunal se o governo cortar nos CMEC

A EDP – Energias de Portugal ameaça avançar com um novo processo em tribunal para que não tenha cortes de até 72,9 milhões nos números finais dos contratos de Custos para a Manutenção de Equilíbrio Contratual (CMEC), conta o “Jornal de Negócios” na edição desta terça-feira, 6 de março.

A intenção consta do Relatório e Contas de 2017 da EDP, onde se pode ler que a empresa “respondeu à notificação da Direção-Geral de Energia e Geologia [sobre a devolução do montante para abater às tarifas reguladas da eletricidade este ano], reiteirando a sua convicção de que o relatório de audidoria em questão tem incorreções e limitações graves”.

“Caso esta intenção de correcção do ajustamento fina dos CMEC se venha a confirmar é intenção da EDP iniciar as respetivas ações legais”, alerta a energética.

A EDP fechou 2017 com lucros atribuíveis aos acionistas de 1.113 milhões de euros, um acréscimo de 16% face aos 961 milhões de euros em 2016, divulgou, na semana passada, a elétrica liderada por António Mexia.

Os resultados antes de juros, impostos, depreciação e amortização atingiram os 3.990 milhões de euros em 2016, um acréscimo de 6% em termos homólogos, que teria aumentado 6% excluindo os efeitos não recorrentes.

Caso EDP/REN: Um guia para perceber os CMEC






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