DGS sobre hepatite A: “não é necessária uma corrida às vacinas”

O surto de hepatite A em Lisboa e em Coimbra levou a um grande aumento da procura nas farmácias.

Damir Sagolj / Reuters

“Não há nenhuma razão para procurar vacinas por iniciativa própria”, disse Francisco George, diretor-geral da Saúde, em entrevista à RTP3.

O surto de hepatite A em Lisboa e em Coimbra levou a um grande aumento da procura nas farmácias, mas a Direção-Geral de Saúde, perante um aumento da procura nas farmácias, diz que “não é necessária uma corrida às vacinas”.

Há até ao momento 118 casos confirmados de pessoas infetadas com vírus da hepatite A, um número superior aos casos registados nos últimos 40 anos, podem-se falar assim de um surto epidémico, mas o diretor-geral da Saúde pede “tranquilidade”.

Francisco George chama a atenção para que a administração da vacina seja administrada com receita do médico, apesar de poder ser comprada sem receita.

Atualmente há cerca de 13 países, incluindo Portugal, que reportam um aumento “anormal” da hepatite A, alerta a Direção-Geral da Saúde (DGS).





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