Debate podestativo sobre Novo Hospital da Madeira marcado para 23 de janeiro

O debate foi pedido pelo PS Madeira e vai abordar a interrupção da obra do Novo Hospital.

Assembleia Legislativa da Madeira

A conferência dos representantes dos partidos marcou o debate podestativo, pedido pelo PS Madeira, que vai debater a obra do Novo Hospital, para 23 de janeiro.

Já tinha ficado definido numa anterior conferência dos representantes dos partidos que este debate iria decorrer em janeiro. No entanto a data concreta estava dependente da agenda do Governo Regional.

O Novo Hospital da Madeira já levou a vários debates na Assembleia Legislativa da Madeira e a várias intervenções fora desta contexto.

O vice-presidente do Governo Regional, Pedro Calado, em entrevista ao Económico Madeira, falou de uma agenda escondida da República relativamente a vários dossiers onde inclui a saúde.

O governante acrescentou “que temos tentado fazer é, desde que tomamos posse a 20 de outubro, fazer muita pressão ao nível nacional, uma pressão positiva para começar a abrir as gavetas e começar a tirar dossiers parados há meses ou anos. Um exemplo, a situação do novo hospital”.

O CDS-PP, através de Rui Barreto, do CDS-PP, alertou durante o debate do Orçamento Regional, perante a possibilidade de uma parceira público-privada para o Novo Hospital, para as duas parcerias público-privadas das estradas na Madeira que custaram “cinco vezes” mais do que a construção e que não se pode “cair nos mesmos erros”.

O atual presidente do PS Madeira, Carlos Pereira, apresentou uma série de compromissos para o Orçamento de Estado onde incluía o Novo Hospital e uma proposta para o co-financiamento da obra em 50%.

Já o PCP tinha também defendido o financiamento em 50% por parte da República das obras do Novo Hospital.

Num debate em novembro o deputado do JPP, Carlos Costa, mencionou que “não se pode construir sem que o Governo Regional tenha os terrenos na sua posse” desafinando nesse altura o executivo a “acelerar este processo” relativo à expropriação dos terrenos.

O deputado independente, Gil Canha, chegou a referir que “ninguém quer fazer o Novo Hospital”. O BE por seu lado já desafiou o executivo da Madeira a lançar o concurso do Novo Hospital e disponibilizar toda a informação relativa ao cronograma financeiro desta obra.




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