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Ao nível nacional, custa entender a razão pela qual o Governo se propõe isentar as administrações públicas de coimas devidas a eventuais infrações. Trata-se de uma distinção absurda, sem justificação aceitável.

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O Governo aprovou na quinta-feira, em Conselho de Ministros, o Programa de Estabilidade 2018-2022, sem divulgar oficialmente o documento, nem as metas orçamentais para este ano e os quatro próximos.

Esta operação está prevista no Orçamento do Estado para 2018, para pagar um empréstimo obrigacionista de 300 milhões de euros que vence em novembro.

Os problemas da profissão são os mesmos de sempre e estão direta ou indiretamente relacionados com a necessidade de preservação da independência do exercício da profissão.

Na proposta de deliberação, a Fidelidade, maior acionista da Luz Saúde, refere a “concentração do capital social” nos acionistas Fosun, com 98,788% do capital e direitos de voto, pelo que considera “não se justificar a manutenção do estatuto de sociedade aberta da Luz Saúde, tendo nomeadamente presente os custos e formalidades inerentes a tal estatuto”.

Concentração planeada para a primeira quinzena de maio. Belém ou Parlamento são locais em análise. É o primeiro protesto conjunto na história.

Este projeto aborda assuntos como o racismo, a xenofobia, a tolerância e a integração dos diferentes povos e culturas.

O ministro das Finanças quer maior ambição na redução do défice orçamental este ano, mas mesmo o novo valor representa uma desaceleração.

O Estado vai ter de emprestar 450 milhões ao Fundo de Resolução e reviver uma situação como a da recapitalização da Caixa Geral de Depósitos.

Chegou o momento de os poderes públicos chamarem as empresas familiares a uma maior participação e comprometimento com o modelo político e económico-social em que queremos viver.

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