Cristas diz que a aliança com PSD para a CML falhou porque Passos honrou um compromisso que tinha com Santana

"O PSD tinha um compromisso com Pedro Santana Lopes e queria honrá-lo até ao final do ano e nós não podíamos esperar até ao fim do ano", explicou Assunção Cristas quando questionada pelos motivos da falta de apoio do PSD na corrida à Câmara.

André Kosters/Lusa

Assunção Cristas disse numa entrevista à TSF/Diário de Notícias, que põe de lado a ideia de coligações com o PS, quer a nível nacional quer na Câmara de Lisboa. Assunção Cristas promete fazer oposição a Medina, e diz que lhe roubou a maioria a absoluta. “Passou de 11 para 8 vereadores”, lembrou, e concluiu que se afirmaram “como líderes da oposição”.

“O que nós queremos é uma alternativa de centro-direita”, e admite coligação com o PSD.

“O PSD tinha um compromisso com Pedro Santana Lopes e queria honrá-lo até ao final do ano e nós não podíamos esperar até ao fim do ano”, explicou Assunção Cristas quando questionada pelos motivos da falta de apoio do PSD na corrida à Câmara. Recusou-se a concluir que o resultado do CDS em Lisboa veio tornar claro que uma coligação autárquica com o PSD, negociada atempadamente, com uma longa pré-campanha, poderia ter deixado a direita com hipóteses de reconquistar a capital.

Assunção Cristas disse ainda que “estava muito focada nas autárquicas e Pedro Passos Coelho achava que haveria legislativas antes das autárquicas e isso muda, obviamente, o quadro das prioridades e o sentido de urgência em relação às coisas”.

 



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