“Copos e mulheres”: Dijsselbloem volta à carga e banqueiros alemães aplaudem

Presidente do Eurogrupo voltou a sustentar a declaração sobre como certos países gastaram o dinheiro em "copos e mulheres", admitindo que "a forma" não foi a melhor mas defendendo o argumento.

O holandês, que intervinha no Congresso da Banca Alemã, lamentou ter-se expressado “de forma demasiado direta”, o que perturbou “tanta gente”, mas sublinhou que não se referia aos países do sul, mas a todos os países da zona euro.

“Talvez devesse tê-lo dito de outra maneira”, disse Dijsselbloem, que no final da intervenção recebeu um forte aplauso dos cerca de 700 representantes da banca alemã presentes.

Dijsselbloem defendeu que nenhuma comunidade pode manter a solidariedade interna sem um “marco” normativo que todas as partes respeitem.

“Todos, e não só os países do sul, devem comprometer-se a cumprir o acordado”.

“Todos devem dar o seu melhor para construir uma Europa melhor”, acrescentou.

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