BCE: A chave das compras de Draghi

As maiores economias da zona euro são as preferidas do BCE para adquirir ativos, até mesmo porque as regras do quantitative easing assim o obrigam.

A partir de outubro, o redesenho do mapa será anunciado pelos governadores do banco central e no próximo ano, a expetativa é que o programa de compra de ativos continue, mas a um ritmo gradualmente mais lento. A aquisição de obrigações portuguesas tocou, em agosto, num novo mínimo desde o início do QE, em março de 2015, e está longe do pico de 1.451 milhões de euros, em maio de 2016. A taxa da dívida nacional a 10 anos no mercado secundário tem, contudo, ficado imune à diminuição das compras.





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