InícioNotícia escrita porRita Canas da Silva, Advogada, Sérvulo

A Relação de Lisboa assinala que os “clientes mistério” limitam-se a observar os trabalhadores na perspectiva do cliente, sendo, pois, “clientes qualificados”, especialmente treinados para a deteção de falhas na prestação dos serviços.

As estruturas que implementarem instrumentos de colaboração intergeracional serão as que tirarão maior partido do que de melhor cada geração tem para oferecer.

Na falta de resultados mais expressivos, o Governo avança para a fixação de metas percentuais de representação mínima, a par da obrigatoriedade da elaboração de planos anuais para a igualdade.

O “direito a desligar” suscita interrogações. Não é mais possível resumir a atividade laboral a uma lógica binária – trabalho versus descanso: há cada vez mais zonas cinzentas, novos desafios que exigem respostas rápidas e adequadas.

O modelo de negócio de empresas de base tecnológica e o controlo exercido assumem novos contornos e desafiam as fronteiras tradicionais do Direito do Trabalho.