InícioNotícia escrita porRita Canas da Silva, Advogada

Na falta de resultados mais expressivos, o Governo avança para a fixação de metas percentuais de representação mínima, a par da obrigatoriedade da elaboração de planos anuais para a igualdade.

O “direito a desligar” suscita interrogações. Não é mais possível resumir a atividade laboral a uma lógica binária – trabalho versus descanso: há cada vez mais zonas cinzentas, novos desafios que exigem respostas rápidas e adequadas.

O modelo de negócio de empresas de base tecnológica e o controlo exercido assumem novos contornos e desafiam as fronteiras tradicionais do Direito do Trabalho.