InícioNotícia escrita porRicardo Leite Pinto, Professor Universitário

Na proteção civil e incêndios ninguém se entende. Demissão nas chefias, limpezas por fazer, meios aéreos a menos de metade e uma generalizada sensação de impotência e impreparação do poder político.

Que o teatro, como é próprio, o seja à vista de todos e não em privado. Sobretudo se o que está em causa são actos de políticos.

Admitir que os independentistas não são presos políticos mas também não são presos comuns, poderia abrir caminho a uma solução política e ao fim do impasse.

Com tanta trapalhada, o recém-eleito chefe do PSD não tem tempo para fazer oposição. Dava-lhe jeito saltar as eleições de 2019 e só aparecer em 2023. Pode é não chegar lá. Nem nós.

Não haverá qualquer reforma, como é óbvio, apenas uma frenética contagem decrescente com um olho nas sondagens e outro na propaganda, sem arrependimentos, até às eleições.

A lei do “impacto de género” é inútil. Na parte da igualdade já temos a Constituição e o Tribunal Constitucional para a garantir. No restante não servirá rigorosamente para nada.

A recente intervenção do TC espanhol, ao condicionar a investidura de Puidgemont à sua presença física no Parlamento catalão, assumiu contornos de verdadeira "ópera bufa".

Em vista das eleições de 2019, o PSD e o seu novo chefe deveriam começar a preparar um programa de reformas profundas do Estado, reequacionando as suas funções e os seus fins.

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