InícioNotícia escrita porRaul de Almeida, Consultor

A Colômbia resiste, enchendo no dia seguinte o centro comercial onde ocorreu o atentado com famílias determinadas na felicidade tão a custo conquistada.

Nesta guerra, mais que o domínio territorial ou político, como sempre ocorreu nas guerras anteriores, busca-se a submissão civilizacional do inimigo, o aniquilamento do dito infiel.

Moreira e Macron, em palcos diferentes, compreenderam a realidade, a saturação, o divórcio entre o Povo e o atual formato partidário. Cabe agora aos partidos políticos fazer a sua parte.

A Europa perde todos os dias protagonismo na Ordem Mundial. Se continuar a subjugar a política à economia, ou pior, à finança, acabará por perecer.

O sistema francês é diferente do americano, e não se elege Le Pen com a facilidade que se elegeu Trump.

Menorizando a Europa, afrontando sem tato a China e quebrando a aparente sintonia com Putin, Trump ensaia um isolacionismo intervencionista nunca antes experimentado.

A crise do Ocidente é moral e ideológica, não é económica. Só uma revolução de ideias, compromisso, mobilização coletiva e valorização da Pessoa nos pode salvar de um destino estéril.

Debater todas as perspectivas em liberdade é a única forma de reforçar a Democracia e de ir edificando alguma maturidade política, pensamento autónomo e discernimento lúcido.