InícioNotícia escrita porRaul de Almeida, Consultor

A falência da credibilidade americana é a morte da esperança do Ocidente que conhecemos até agora.

Curiosamente, só os extremos parecem saber por onde seguir, ou pelo menos onde querem chegar. Na indefinição da cultura ocidental, definem-se os que a querem ver destruída.

Alijó ardeu, novamente sem SIRESP. Costa, sem poder fugir para Espanha, já pediu responsabilidades sobre o sistema que decidiu, ele próprio, ser o melhor para servir o Estado.

Os arautos de hoje destas causas fracturantes são, na sua esmagadora maioria, os herdeiros directos do jacobinismo, os mensageiros da revolução que banalizou a guilhotina.

A Colômbia resiste, enchendo no dia seguinte o centro comercial onde ocorreu o atentado com famílias determinadas na felicidade tão a custo conquistada.

Nesta guerra, mais que o domínio territorial ou político, como sempre ocorreu nas guerras anteriores, busca-se a submissão civilizacional do inimigo, o aniquilamento do dito infiel.

Moreira e Macron, em palcos diferentes, compreenderam a realidade, a saturação, o divórcio entre o Povo e o atual formato partidário. Cabe agora aos partidos políticos fazer a sua parte.

A Europa perde todos os dias protagonismo na Ordem Mundial. Se continuar a subjugar a política à economia, ou pior, à finança, acabará por perecer.