InícioNotícia escrita porRaul de Almeida, Consultor

No dia de hoje falta ainda saber se, irritado com o baronato e inconformado com a fatalidade das jogadas de bastidores, Santana Lopes tentará resgatar o PPD/PSD em que acredita.

Irrita a nomenclatura que o Povo do Porto decida pela sua cabeça e entregue a gestão do seu destino coletivo a um dos seus, sem partidos, nem interesses de Lisboa pelo meio.

O Sr. D. António Francisco foi um Homem de enorme sabedoria e infinita sensibilidade. Não fazia proclamações, semeava pistas que nos abriam o coração e aqueciam a alma.

A liberdade e a democracia não são a imposição de um pensamento único e iluminado a toda a sociedade, por muito bem intencionado que seja.

A falência da credibilidade americana é a morte da esperança do Ocidente que conhecemos até agora.

Curiosamente, só os extremos parecem saber por onde seguir, ou pelo menos onde querem chegar. Na indefinição da cultura ocidental, definem-se os que a querem ver destruída.

Alijó ardeu, novamente sem SIRESP. Costa, sem poder fugir para Espanha, já pediu responsabilidades sobre o sistema que decidiu, ele próprio, ser o melhor para servir o Estado.

Os arautos de hoje destas causas fracturantes são, na sua esmagadora maioria, os herdeiros directos do jacobinismo, os mensageiros da revolução que banalizou a guilhotina.