InícioNotícia escrita porRaul de Almeida, Politólogo

Azeredo Lopes tudo faz para se agarrar ao poder, ao passo que Trump continua envergonhar a América que se propôs voltar a engrandecer. Um circo, portanto.

Comparar a UE à China, usar a NATO como chantagem, ameaçar com mais protecionismo, é o fim da esperança num atlantismo que poderia relançar Portugal no quadro das nações.

O CDS, desde os últimos anos de Paulo Portas, foi-se transformando num partido de directório, centralista e com uma visão muitíssimo redutora do potencial da militância.

Pela primeira vez, o Parlamento dividiu-se entre quem não transige na defesa do primado absoluto do valor da vida e quem admite a relativização deste primado em detrimento de uma suposta autonomia individual.

Este Israel constituiu-se num estado pária, que é a negação de todos os princípios que levaram à nobreza fundadora dos que lhe deram a possibilidade de existir.

Os subsídios são justos e proporcionais ao fim a que se destinam. O método de atribuição é que deveria ser mudado, passando a ser atribuídos mediante comprovativo das deslocações feitas.

É da tradição política dos últimos 43 anos que o PS se assuma como dono do regime, e a esquerda como a sua inquestionável guardiã.

A ideologia de género é um dos braços armados do processo de desconstrução social em marcha na Europa, ao passo que no Brasil a prisão e morte política de Lula é o apagar da última esperança de um líder carismático e de sucesso para a esquerda.

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