InícioNotícia escrita porRaul de Almeida, Politólogo

A ideologia de género é um dos braços armados do processo de desconstrução social em marcha na Europa, ao passo que no Brasil a prisão e morte política de Lula é o apagar da última esperança de um líder carismático e de sucesso para a esquerda.

O silêncio do sempre estridente Bloco. A inatividade dos sempre pressurosos ativistas. O assobiar para o lado das consciências do regime. Tudo isto nos diz de quanto vale tudo quanto pregam.

Houve em Lamego passado, presente e futuro. Houve convergência, sem haver unanimismo. Houve a inequívoca vontade de consolidar o pluralismo.

A ideia é simples. Trata-se de prever uma alocação de parte dos lucros das empresas para retribuição salarial no exercício do ano seguinte.

A garantia de um rendimento a cada cidadão, que assegure a sua dignidade, é um caminho inexorável, se queremos a sobrevivência do Ocidente que conhecemos e nos orgulha.

O CDS teve sempre uma atenção imensa ao que realmente importa num partido que quer exercer o poder, e nunca perguntou a orientação sexual a ninguém.

Depois de uma geração que alguém rotulou como 'rasca', temos um friso de jovens em plena ruptura com o arriscado relativismo ocioso que se vinha instalando na política.

Hoje votamos por exclusão de partes, no mal menor ou, com muita sorte, se reconhecemos em alguém uma comunhão de interesses ocasional. É pouco. É perigosamente pouco.