InícioNotícia escrita porPalavra de Viajante

Num tempo algo distante, em 1738, “Maria Amália Cristina, filha de Augusto III da Saxónia, deixou a corte de Dresda e desposou Carlos de Bourbon, rei das Duas Sicílias.

Há quem viaje para ver monumentos, quem queira apenas fazer uns dias de praia, quem goste de experimentar comidas diferentes, quem recarregue as baterias para todo o ano fazendo uma grande caminhada pela montanha, quem, por questões de trabalho, pouco mais fique a conhecer do que hotéis e aeroportos.

“Não tínhamos lido Walter Benjamin, mas submetíamo-nos a uma metafísica da presença, deslocando-nos no espaço com vontade de fazer outra viagem, paralela, pela História da América. Por isso, a nossa viagem cumpria uma função utópica."

Jack London nasceu no seio da classe trabalhadora californiana, em 1876.

Há vidas que, apesar de curtas – ou talvez por isso mesmo – são muito intensas. A da suíça Annemarie Schwarzenbach, escritora, jornalista, fotógrafa, viajante, inconformada, antinazi e morfinómana é um exemplo perfeito de uma geração cheia de demais exemplos, numa época de sentimentos profundos, grandes esperanças e dor aguda.

Os seus trabalhos mais recentes incluem um documentário intitulado “Finding Home”, filmado ao longo de um ano, sobre três famílias de refugiados sírios.

Continua a haver ofícios que são maioritariamente masculinos, por vezes em áreas sobre as quais não se pensa muito, e em que as poucas mulheres que conseguem sobressair têm de ser particularmente tenazes.

A sugestão de leitura desta semana da livraria Palavra de Viajante.