InícioNotícia escrita porMário Malhão

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Se tivéssemos de adivinhar o crescimento da economia portuguesa, e não soubéssemos onde encontrar os dados, poderíamos fazer um palpite informado simplesmente olhando para a taxa de crescimento da Zona Euro. De facto, Portugal e a Zona Euro tendem a crescer mais ou menos lado a lado, acelerando e travando nos mesmos períodos. Isto decorre do facto de haver ligações comerciais enormes entre as duas economias.

São 12 eleições legislativas ou executivas que podem marcar o início de uma nova era. Com muitos problemas por resolver, a África Subsariana pode assistir à introdução de sangue novo na condução dos destinos do países. Eleições em Angola, marcadas para agosto, serão uma das mais importantes na região. O país irá escolher o sucessor de José Eduardo dos Santos, que conduziu os destinos do país durante 39 anos.

Ao ritmo dos ciclos eleitorais, cada primeiro-ministro e autarca de Lisboa tem apresentado novos projetos de ampliação da rede do Metro de Lisboa. Há traçados para todos os gostos, em versões maximalistas e minimalistas. A maior parte fica na gaveta, sem concretização efetiva.

A compra de ativos pelo Banco Central Europeu e as taxas de juros têm tido uma relação previsível, levantando dúvidas sobre as consequências da diminuição das compras para os juros da dívida portuguesa. O BCE já o começou a fazer, mas apesar de o número de títulos ter caído, as taxas não estão a subir.

Segundo dados disponibilizados pelo Santuário de Fátima, da China à Austrália, dos EUA à Rússia, passando pelo Uganda e a Argentina, o culto a Fátima atravessa as fronteiras de todos os continentes. Na Nova Zelândia, existem pelo menos mais quatro santuários ou paróquias dedicadas a Fátima.

Praticamente todas as simulações de evolução de dívida pública mostram que as responsabilidades do Estado português vão cair de forma consistente nos próximos anos.

O mapa eleitoral que resultou da primeira volta das presidenciais mostra um país divido – e não apenas politicamente.

Os estímulos à economia da zona euro ficam até ao fim do ano, ou mesmo depois disso se necessário, tem reiterado Mario Draghi, mas a compra de obrigações é cada vez menor. Em abril, o valor global do programa diminuiu para 60 mil milhões de euros por mês, menos um quarto do que até ao mês anterior. Veja aqui a evolução da compra de 'bonds' portuguesas desde o início dos estímulos e o valor adquirido nos outros países da moeda única.