InícioNotícia escrita porMaria Calvet

O problema é que acho que, lá no fundo, ainda nos estamos a habituar a ser campeões, a vestir esta pele diferente de “somos nós, ganhámos mesmo, é real”.

O que a nova lei faz é acabar com o desenrascanço da classe média para contornar a falta de dinheiro para ter casa, e filhos, no sítio certo.

Quando temos filhos, encanita-nos pensar que a vida deles será pior porque investimos o dinheiro que não tínhamos para salvar bancos que foram ao charco, porque andaram a gastar dinheiro que também não tinham.

Todas as guerras de um dos maiores exércitos do mundo custaram menos 120 mil vidas do que a batalha que se desenrola nas ruas.

O abade Dominique Bouhours, defendia que, na gramática, “quando os dois géneros se encontram, o mais nobre deve prevalecer”, entendendo ser ele o mais nobre o masculino, evidentemente.

No ano passado, em Portugal, o número de mulheres designadas pelo Governo para cargos superiores na Administração Pública ultrapassou o dos homens. Pela primeira vez.

“Se não está contente com o nosso lar, talvez devesse procurar uma alternativa onde se sinta melhor”, que não existe, porque o défice é tremendo e nós sabemos, eles sabem que nós sabemos e nós sabemos que eles sabem que nós sabemos.

Uma amiga minha, imensamente competente e que ocupou cargos de topo, diz que “a paridade só chega quando tivermos mulheres incompetentes nomeadas para cargos de chefia”.

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