InícioNotícia escrita porMarco Silva, Consultoria estratégica e de investimentos

Portugal tem das piores e mais exigentes leis para a criação e manutenção de partidos, numa clara manobra para impedir a entrada de sangue novo e a mudança do ‘statu quo’.

Apesar dos inúmeros casos conhecidos, dos seus protagonistas, das mentiras evidentes, da manipulação, até hoje não há um único participante do grande saque a cumprir pena pelo acto.

A Big Data é hoje a maior arma de destruição massiva nas mãos de indivíduos com más intenções. E o contrapoder exercido pelos media, e/ou pela voz do cidadão, é ineficaz.

É quase certo que até daqui a 10, 15 anos, dependendo das profissões, o seu posto de trabalho venha a ser obsoleto ou você substituído por tecnologia.

Para quando o consenso em torno de leis de proteção aos idosos, leis que impeçam a violência contra as crianças e a violência doméstica, ou a corrupção generalizada…?

Já imaginou uma elite imortal de opressores, militares ou financeiros, capazes de manter a capacidade de expandirem o seu poder junto de uma sociedade “escravizada”?

Será que amanhã vai ocorrer uma crise económico-financeira? Claro que não, mas fica o alerta: entrámos na fase de maior risco para que isso aconteça sem aviso prévio.

Há maturidade reconhecida para eleger representantes, casar, conduzir, adoptar, mas não para um cidadão poder decidir o que come.