InícioNotícia escrita porLuís Tavares Bravo, Economista, DIF Capital

A China é hoje a maior economia do sudoeste asiático, e muitos apontam este, como sendo o século chinês, o surgimento de uma nova potência económica líder mundial. No entanto, existem algumas questões relativamente à sustentabilidade de ritmos de crescimento impetuosos como vimos na ultima década.

E Portugal, também beneficia? Para além de ter um bom contexto – mercado compacto, com infraestruturas tecnológicas acima da média e a caminho de transformar-se num dos 'hubs' mais interessantes e visíveis a nível europeu para criar negócios relacionados com a economia digital – dispõe de condições para o desenvolvimento de uma economia colaborativa que seja também monetizável.

Este trimestre pode antecipar um caminho atribulado, mas não seria a primeira vez que sobre os riscos geopolíticos acabam por prevalecer os racionais económicos e a força dos bancos centrais.

A nova tecnologia destrói empregos, mas não trabalho. Isto porque cria indústrias novas, e à medida que vão deixando as tecnologias existentes obsoletas, vão originando novas oportunidades e novos postos de trabalho.

O próximo trimestre pode deixar antecipar um caminho atribulado, mas não seria a primeira vez que, sobre os riscos geopolíticos, acabam por prevalecer os racionais económicos e a força dos bancos centrais.

Uma profunda alteração do paradigma político tomou conta do palco mediático nos países desenvolvidos, com implicações para os mercados financeiros e para as agendas dos investidores.

Até agora, os fatores geopolíticos não só têm tido um impacto limitado como se têm mantido relativamente contidos, mas é errado pensar que desapareceram.

Os riscos provenientes de Itália e da Alemanha testarão de novo um euro que parece imune aos riscos políticos.

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