InícioNotícia escrita porLuís Parreirão, Gestor

Nas empresas familiares, a experiência tem demonstrado que o caminho vai no sentido de uma cada vez maior contratação de profissionais.

Talvez fosse interessante o MAI desafiar as Empresas Familiares para construírem em conjunto um projeto responsabilizador e inclusivo de migrantes.

O processo de concretização e desenvolvimento deste tipo de operações exige uma especial sensibilidade para que todos se reconheçam na nova realidade empresarial e nas novas lideranças.

Chegou o momento de os poderes públicos chamarem as empresas familiares a uma maior participação e comprometimento com o modelo político e económico-social em que queremos viver.

Uma maior vocação de longo prazo e uma maior prevalência do reinvestimento e do crescimento orgânico em detrimento da distribuição imediata dos resultados, são algumas das características das empresas familiares que podem fazer a diferença.

No caso das empresas familiares, importa saber se o essencial que está em causa é a preservação e engrandecimento da empresa, ou a preservação e crescimento do património.

Em Portugal, a esperança média de vida é hoje de um pouco mais de 81 anos, quando, há 50 anos, era de 64 anos. Será que a sucessão ocorrerá cada vez mais tarde?

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