InícioNotícia escrita porLuís Parreirão, Gestor

Chegou o momento de os poderes públicos chamarem as empresas familiares a uma maior participação e comprometimento com o modelo político e económico-social em que queremos viver.

Uma maior vocação de longo prazo e uma maior prevalência do reinvestimento e do crescimento orgânico em detrimento da distribuição imediata dos resultados, são algumas das características das empresas familiares que podem fazer a diferença.

No caso das empresas familiares, importa saber se o essencial que está em causa é a preservação e engrandecimento da empresa, ou a preservação e crescimento do património.

Em Portugal, a esperança média de vida é hoje de um pouco mais de 81 anos, quando, há 50 anos, era de 64 anos. Será que a sucessão ocorrerá cada vez mais tarde?

Para além dos conhecimentos base de cada um e da formação essencial para gerir uma empresa, existe um conjunto de saberes pluridisciplinares essenciais para o bom sucesso das empresas familiares e das famílias empresárias.

A nada ser feito teremos menos famílias empresárias, menos e piores empresas e, provavelmente, assistiremos à sua aquisição/integração em grupos estrangeiros.

Em dezembro, a Bloomberg prestou um assinalável serviço à economia e às empresas portuguesas.

O Peter Café Sport manteve-se, mas foram criadas outras actividades que respondem aos novos tempos. Um nome indissociável da cidade da Horta que já vai na quinta geração.