InícioNotícia escrita porLuís Alves Vicente

Entre os fortes sopros de vento e os pescadores da Nazaré, o Jornal Económico encontra-se com Garrett McNamara naquela que é uma segunda casa, com família própria. O homem por detrás do recorde da onda de 23,8 metros explica como é possível seguirmos os nossos sonhos: começar por escrever coisas no papel e nunca deixar que nos digam que “não é possível”. O caminho faz-se com altos e baixos, “tal como o caminho de Portugal como país”. E agora, garante, “vão ambos a subir”.

Encontramos Alberta Marques Fernandes no Centro Cultural de Belém para uma reveladora conversa sobre aquilo que todos devemos fazer – não nos levarmos tão a sério. Percorremos a vida da pivot que foi o primeiro rosto da televisão privada em Portugal e que celebra 25 anos de carreira, passando pela mãe, antes da jornalista, e a crente em Cristo.

Fernando Correia guiou o Jornal Económico numa visita a um estádio da Alvalade deserto, que contrastava com a preenchida memória do jornalista de 81 anos.

Fomos ao Teatro Maria Vitória, no lisboeta Parque Mayer, a convite de Adelaide Ferreira. Numa vitalidade que contrasta com os edifícios ao seu redor, alguns abandonados há anos, a cantora e atriz hasteia a bandeira da intervenção num género de teatro onde se estreou aos 57 anos. Mais do que tudo, assume-se como “vendedora de sonhos” e procura fazer as pazes com o público, com quem esteve quase a “meter os papéis do divórcio”.

Interrompemos as compras de postais de Alice Vieira, no edifício principal da Gulbenkian, para um passeio no jardim da fundação e uma viagem pela vida da autora. Com 73 anos e mais de 80 livros publicados, confessa que “não consegue ler nada”. A escritora e antiga jornalista aborda a velhice, a solidão e a morte dos homens da sua vida – “os Mários”. Revela-se preocupada com estado do jornalismo e denuncia uma falta de memória coletiva “espantosa”.

Pedro Fernandes não hesitou no local onde queria ir, a convite d’O Jornal Económico. O restaurante O Asiático, do chef e amigo Kiko, foi a escolha imediata do apresentador da RTP, muito por causa da sua habilidade para cozinhar. Ou da falta dela.

Ao convite do Jornal Económico para uma saída mais informal, Júlio escolheu duas opções. Ambas relacionadas com a RTP. “Das duas, uma: ou vamos à Gulbenkian, terrenos nos quais começaram as emissões experimentais da televisão, ou vamos aos antigos estúdios do Lumiar. Sabe? Eu fui o homem que fechou a porta do Lumiar”. Optámos pela segunda.