InícioNotícia escrita porJosé Filipe Pinto, Professor Catedrático

O futebol, ainda que travestido de negócio, continuará a apaixonar multidões. Mas não pode constituir um campo inesgotável de recrutamento para lideranças populistas.

O PS tinha de se libertar do elefante na sala, que não parava quieto. Um perigo atendendo a que o 'Costaquistão', sistema dos que estão com Costa, não demorará a ir a votos.

A retaliação aliada não irá desencadear um conflito à escala mundial, embora se venha a verificar uma deterioração no relacionamento entre os EUA e a Rússia. Só que o mundo já não pertence por inteiro a um e outro. O pragmatismo chinês soube criar a oportunidade.

Já há elementos da equipa a falar de uma oficina segura. Funciona ali para os lados do Largo do Rato. Gente capaz de fazer todos os serviços necessários.

O cargo de Presidente é suprapartidário, mas há que saber relacionar-se com todos os partidos, algo que Marcelo não tem descurado. A democracia precisa de partidos fortes.

Entregar a elaboração do programa do partido a uma equipa em que ninguém tem mais de 45 anos, representa uma clara aposta na renovação geracional do partido.

As sucessivas manifestações de vitalidade populista não indiciariam antes que os partidos habituados à sala e aos corredores do Poder estavam a perder contacto com a realidade?

Ainda não são do domínio público as motivações que presidiram a algumas escolhas de Rio para a Comissão Política. Inegável é que o tempo não descansa. Por isso, a sua liderança não tardará a ser avaliada pelos portugueses.

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