InícioNotícia escrita porJoão Vieira Lopes, Presidente da Confederação do Comércio e Serviços (Página 2)

Será que o vencedor é o consumidor como alguns apregoam? Trata-se de um equívoco.

Assiste-se à passagem de uma economia centrada no fabrico de bens para uma outra em que são atividades imateriais que asseguram o essencial da criação de valor.

Um dos desafios estratégicos é a valorização do posicionamento geo-económico do país, o que significa fazer de Portugal um lugar central na ligação da Europa a outros continentes.

A AT promove mais de 2 milhões de penhoras por ano, fazendo recair, mais uma vez, sobre as empresas o ónus da cobrança dos impostos, e uma esmagadora carga burocrática.

O sistema judicial é a área onde as empresas identificam os maiores obstáculos à sua atividade, seguindo-se os licenciamentos e o sistema fiscal como os domínios mais problemáticos.

Na ausência de medidas de maior alcance reformista ao nível do Estado, receia-se uma degradação do serviço público, com graves implicações na economia.

A aposta na qualificação do capital humano nacional é fundamental para reduzir o atual desfasamento entre a oferta e a procura de trabalho.

A intenção de reforçar as CCDR deve ser objeto de uma adequada ponderação e planeamento para evitar a sua própria paralisia.

PUB
PUB
PUB