InícioNotícia escrita porJoão Vieira Lopes, Presidente da Confederação do Comércio e Serviços

Para a CCP, a Concertação Social é o espaço por definição para a concretização de uma agenda de reforma que mobilize a sociedade e ultrapasse os ciclos políticos.

É fundamental garantir que uma parte significativa das verbas não é desviada para financiar despesas de funcionamento corrente do Estado, como aconteceu com o “Portugal 2020”.

É preciso atribuir uma maior prioridade à formação para a sociedade e as empresas explorarem em profundidade as oportunidades da digitalização.

Se não tivéssemos tido três anos consecutivos de abrandamento da austeridade, após o fim do Programa de Resgate, não teria sido possível obter estes resultados para a nossa economia.

Os grandes indicadores da economia portuguesa em 2017 expressam inequivocamente uma alteração de sinal positivo.

Justifica-se investigar um modo de financiamento alternativo, que não dependa unicamente da massa salarial e que esteja mais próximo da evolução do PIB.

É imprescindível ir mais longe na estruturação de Programas que olhem os territórios afetados pelos incêndios numa perspetiva global de reanimação económica.

Uma das reivindicações históricas da CCP na área fiscal tem sido a abolição dos pagamentos especiais por conta, dado o carácter de empréstimo forçado que revestem.

PUB
PUB
PUB