InícioNotícia escrita porJoão Vieira Lopes, Presidente da Confederação do Comércio e Serviços

Se não tivéssemos tido três anos consecutivos de abrandamento da austeridade, após o fim do Programa de Resgate, não teria sido possível obter estes resultados para a nossa economia.

Os grandes indicadores da economia portuguesa em 2017 expressam inequivocamente uma alteração de sinal positivo.

Justifica-se investigar um modo de financiamento alternativo, que não dependa unicamente da massa salarial e que esteja mais próximo da evolução do PIB.

É imprescindível ir mais longe na estruturação de Programas que olhem os territórios afetados pelos incêndios numa perspetiva global de reanimação económica.

Uma das reivindicações históricas da CCP na área fiscal tem sido a abolição dos pagamentos especiais por conta, dado o carácter de empréstimo forçado que revestem.

Será que o vencedor é o consumidor como alguns apregoam? Trata-se de um equívoco.

Assiste-se à passagem de uma economia centrada no fabrico de bens para uma outra em que são atividades imateriais que asseguram o essencial da criação de valor.

Um dos desafios estratégicos é a valorização do posicionamento geo-económico do país, o que significa fazer de Portugal um lugar central na ligação da Europa a outros continentes.