InícioNotícia escrita porJoão Marcelino

jmarcelino@jornaleconomico.pt

Coutinho está a ser a grande figura do Brasil, mas o golo de Neymar permitiu-lhe ultrapassar Romário na lista dos maiores marcadores do 'escrete'. Passou a ser o quarto da lista, com 56 golos em 87 jogos. Já só tem à sua frente Pelé, Ronaldo e Zico

Os países, tal como os conhecemos, não são meras fronteiras desenhada num mapa. Nunca foram. Têm pessoas lá dentro (...) Na Europa, e nos EUA, vamos ter de ouvir os cidadãos e respeitar a sua vontade, até de limitar quem cá entra para residir

Messi está a passar muito discreto por este Mundial. Uma desilusão. Se no primeiro jogo falhou uma grande penalidade, agora não falhou nada. Messi esteve mal, ponto. E a Argentina já não depende de si própria para se qualificar

Cristiano Ronaldo voltou a decidir, agora de cabeça, Rui Patrício teve vários momentos mágicos e Portugal está com quatro pontos. Marrocos merecia melhor sorte. Temos de entender porque, neste preciso momento, a seleção nacional é definida no mundo como a de "Cristiano Ronaldo e mais dez".

Se Portugal conseguir a desejada melhoria coletiva e contar com o Cristiano Ronaldo das últimas semanas - nem seria preciso o extraterrestre do último jogo - pode e deve ganhar a Marrocos, com mais ou menos dificuldades

O 'fantasma' das desilusões, que acompanha a Inglaterra nos Mundiais e Europeus desde 1966, esteve de novo a pairar sobre a equipa de Gareth Southgate. Valeu que Kane é um goleador com 'muita sorte'. Está sempre no sítio certo para a finalização

Depois de vistos os três grandes jogadores do futebol atual, só o capitão português não desiludiu. Os três golos de Cristiano Ronaldo são o momento mais excitante da competição até agora. Messi falhou, face à responsabilidade, na marca de pénalti. E Neymar, agora, andou perdido em combate

Messi falhou (uma grande penalidade) pela terceira vez ao serviço da seleção e pela primeira vez num jogo oficial da Argentina. Há momentos em que, como demonstrou Cristiano Ronaldo no dia anterior, o fundamental é manter a frieza e não vacilar. Desta vez, Messi não foi capaz.

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