InícioNotícia escrita porJoão Atanásio, Professor, Universidade Europeia

António Costa dá a mão ao acossado Alberto Campos Fernandes e estende uma casca de banana a Tiago Brandão Rodrigues, que aparece, agora, como o rosto do anti-sindicalismo.

Na sequência da escalada de tensão entre elementos dos órgãos sociais do Sporting Clube de Portugal, bem como entre os seus adeptos, com alguns dos anteriores indefetíveis de Bruno de Carvalho a pretender tirar-lhe o tapete, o universo leonino tem conhecido uma agitação nunca de antes registada.

É importante debater um tema tão sensível como a descriminalização da eutanásia, que se analisem os prós e os contras e que se dê a palavra à população, em referendo.

Numa altura em que o destino de José Sócrates parece estar traçado, são muitos os “ratos” a abandonar o navio, encolhendo a mão que durante tanto tempo esteve estendida.

Cabe ao Estado e não aos privados lançar mão de instrumentos fiscais que permitam uma convivência fecunda entre estas duas realidades, não atirando para cima dos proprietários esse ónus.

Aumentaram-se os salários e as pensões, e extinguiu-se a sobretaxa extraordinária, mas, estranhamente, foram os mais favorecidos os principais beneficiários destas medidas.

Fazendo tábua rasa das melhores experiências internacionais, Portugal avança, decididamente, para uma caranguejola laboral.

Num momento em que a procissão ainda vai no adro, Rio está já consciente de que terá de aguentar as pressões internas de um partido desunido, sem uma liderança congregadora, incapaz de falar a uma só voz.

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