InícioNotícia escrita porJoão Atanásio, Professor, Universidade Europeia

Aumentaram-se os salários e as pensões, e extinguiu-se a sobretaxa extraordinária, mas, estranhamente, foram os mais favorecidos os principais beneficiários destas medidas.

Fazendo tábua rasa das melhores experiências internacionais, Portugal avança, decididamente, para uma caranguejola laboral.

Num momento em que a procissão ainda vai no adro, Rio está já consciente de que terá de aguentar as pressões internas de um partido desunido, sem uma liderança congregadora, incapaz de falar a uma só voz.

Pedro Passos Coelho decidiu abandonar o Parlamento, não bater à porta de empresas privadas, não se insinuar junto de organismos públicos ou de organizações internacionais.

Se os politécnicos passarem a ministrar doutoramentos, acaba-se definitivamente com a dicotomia de subsistemas. Para isso, urge ter-se a coragem de não perpetuar algo que, nos dias de hoje, deixou, na prática, de fazer sentido.

Benfica, Porto e Sporting têm uma enorme responsabilidade na sociedade portuguesa e para com a sociedade portuguesa. Deveriam transmitir valores e princípios, mas não o fazem.

O tempo das maiorias relativas ficou definitivamente para trás, com o PS a ser responsável por esta alteração estrutural do sistema político nacional.

Em Portugal, ao contrário do que acontece com tantos outros países economicamente bem-sucedidos, procura-se sempre evitar que a mão invisível do mercado funcione.

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