InícioNotícia escrita porJoão Abel de Freitas, Economista

Para os “pequenos” empresários e/ou pessoas individuais, tudo continua a ser passado a pente fino e aí os bancos exigem garantias máximas e leoninas.

Napoleão aportou na Madeira para se resguardar de uma grande tempestade. Apesar de prisioneiro britânico, a bordo do navio, era-lhe dado um tratamento VIP...

O tempo eleitoral que se aproxima vai ser, a todos os níveis, mas sobretudo nos grandes municípios, tempo de atuação trumpista.

Segredos da Nação “permitem” que continuemos a passar por totós, pois durante o processo Tancos não consegui descortinar um só argumento lógico na explicação que nos foi sendo dada.

Este Banco privado surge para ajudar o Estado, diga-se monarquia, a resolver os problemas financeiros graves e a “expurgar do sistema monetário a moeda de má qualidade surgida no país em consequência do longo período de guerra antecedente”.

Sabia que a Madeira teve papel-moeda próprio? E os Açores? E o Algarve? Isto sem falar no caso específico do Porto. Satisfaça a sua curiosidade, se a tem por estas coisas.

O mundo das empresas e das grandes empresas beneficia de grande impunidade. Caso da Cimpor que, de estrela pujante na economia portuguesa, passou a uma sombra vagueante.

Os méritos são deste Governo. Mas não sou daqueles que pensa que este ciclo económico, social e político, a continuar por este caminho, irá beneficiar sobretudo o PS, levando-o a uma maioria absoluta.