InícioNotícia escrita porGustavo Sampaio (Página 2)

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Antigo líder do CDS-PP questiona: "Como é possível que continue a conviver-se e a transigir-se com o 'procedimento dos deputados-fantasma'? Isto é, como é possível que sejam contados votos de quem não esteve presente na votação? Como é possível o Parlamento funcionar, em decisões definitivas e fundamentais, com base na vontade presumida?"

“Ontem à noite, nós obliterámos a maior instalação de pesquisa” que o regime de Bashar al-Assad “utilizava para montar armas de assassinato em massa”, afirmou hoje Nikki Haley, embaixadora dos EUA na ONU, em plena reunião de emergência do Conselho de Segurança. Foram atingidos "com sucesso" três alvos alegadamente relacionados com o programa de armas químicas da Síria.

O Governo espanhol pretendia que o BBVA adquirisse o Bankia e assim "impulsionar a criação daquela que poderia ser a primeira entidade financeira espanhola". No entanto, o fraco desempenho do Bankia no mercado de ações não permitiu que o Estado reduzisse a sua participação ao ritmo desejado, frustrando os planos de fusão.

A notícia é da estação CNBC, segundo a qual os referidos analistas apresentaram um relatório, no dia 10 de abril, intitulado "A Revolução do Genoma".

Através de um texto assinado por Tiago Moreira de Sá, presidente da nova Comissão de Relações Internacionais do PSD, o partido ressalva ser "aconselhável a maior prudência para evitar uma escalada de violência na região" mas não deixa de apoiar a operação militar dos EUA, França e Reino Unido contra "instalações de fabrico e armazenamento de armas químicas da Síria".

As forças militares dos EUA, França e Reino Unido lançaram 105 mísseis dirigidos a três alvos na Síria, alegadamente relacionados com a produção ou armazenamento de armas químicas do regime de Bashar al-Assad. De acordo com o Pentágono, a operação "foi metodicamente planeada para minimizar potenciais danos colaterais". Mas há registo de três civis feridos em Homs.

"A social-democracia está a tropeçar em toda a Europa, excepto em Portugal", salienta a revista britânica "The Economist", em artigo publicado na edição desta semana. O primeiro-ministro António Costa é citado no artigo, garantindo que a "geringonça" vai sobreviver até às eleições legislativas de 2019. E mais além? "Porque não?"

"Precisamos de criar uma nova narrativa para África e trabalhar para promover uma melhor vida para todos os seres humanos. Não é sustentável existir uma diferença tão grande entre as nações desenvolvidas e os países mais pobres", defendeu a empresária angola, ao participar numa conferência organizada pela Universidade de Yale, nos EUA.