InícioNotícia escrita porFernando Pacheco, Economista

Com o nacionalismo e o populismo a ganhar 'momentum', e quando esta é a situação social e política nas grandes nações industrializadas, é inútil lembrar que a união faz a força.

Incerteza deve ser hoje a palavra mais usada em qualquer relatório económico, e os ziguezagues de Reino Unido e EUA só trazem mais imprevisibilidade.

Ficamos à espera de ver os resultados práticos da missão de Kelly, pôr a casa em ordem. A dificuldade óbvia é que nem Trump consegue prever o que Trump vai fazer.

Se a taxa de juro americana vai ter mais uma subida este ano, é improvável que tal aconteça na Europa, onde a retoma não está consolidada.

Nos EUA, depois dos instrumentos monetários terem sido usados em força para evitar a todo o custo uma potencial deflação, vão ser recentrados em evitar uma também potencial (e forte) inflação.

A França depende de Macron, mas a maioria da Europa que defende o projeto europeu e não acredita em populismos também depende dele, e muito.

Paul Romer começou uma cruzada no Banco Mundial contra o Bankspeak, um fruto do ‘bureaucrats gone wild’ dos dias de hoje. Até agora a única fatalidade foi ele próprio.

Dizer que poderia cortar um milhão no orçamento do Banco Mundial não tornou Paul Romer simpático na 'casa', mas oficialmente foi substituído por querer impor maior clareza e rigor nos seus escritos.