InícioNotícia escrita porFernando Pacheco, Economista

O dólar tem ganho força nos mercados cambiais, acrescentando aos riscos de guerra comercial. Portanto, vamos todos estar de olhos postos nos EUA e na Reserva federal nos próximos tempos.

É crucial que Macron, com a sua convicção europeia, consiga ir tendo algumas vitórias para poder dar força a um projeto europeu que prova hoje ser mais frágil do que se pensava.

Com uma campanha que se opôs frontalmente à imigração e crítico do que diz ser ingerência estrangeira, basicamente visando a União, Orban não tenta esconder a sua deriva autocrática.

Trump está a reduzir os riscos ao suspender as tarifas sobre a UE e outros, e a concentrar-se na China, mas uma guerra comercial é coisa que não tem vencedores.

Com uma União Europeia órfã e desunida, numa próxima reunião do G8 só falta ouvirmos Putin perguntar-nos quantas divisões tem a União.

Estimular uma economia onde o número de beneficiários do subsídio de desemprego caiu para um mínimo de 45 anos é como injetar adrenalina no corredor que está a centímetros da meta numa corrida de 100 metros.

A verdade é que as bolsas são como os interruptores, uns dias para cima, outros para baixo. O que a queda de fevereiro sinaliza é que estamos a voltar à normalidade.

Trump não quer o isolamento dos EUA face à progressiva subida da China na cena internacional e a vulnerabilidade da economia mundial a um país que joga fora das regras da OMC.

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