InícioNotícia escrita porFernando Pacheco, Economista

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A viragem política nacionalista na República Checa, de que só nos próximos meses conheceremos a real extensão, é apenas mais um episódio no terramoto político europeu dos últimos anos.

A presidente da FED, além de não gozar de simpatia entre os próximos de Trump, defende uma visão diferente na regulação financeira, que aquele pretende reduzir.

Com o nacionalismo e o populismo a ganhar 'momentum', e quando esta é a situação social e política nas grandes nações industrializadas, é inútil lembrar que a união faz a força.

Incerteza deve ser hoje a palavra mais usada em qualquer relatório económico, e os ziguezagues de Reino Unido e EUA só trazem mais imprevisibilidade.

Ficamos à espera de ver os resultados práticos da missão de Kelly, pôr a casa em ordem. A dificuldade óbvia é que nem Trump consegue prever o que Trump vai fazer.

Se a taxa de juro americana vai ter mais uma subida este ano, é improvável que tal aconteça na Europa, onde a retoma não está consolidada.

Nos EUA, depois dos instrumentos monetários terem sido usados em força para evitar a todo o custo uma potencial deflação, vão ser recentrados em evitar uma também potencial (e forte) inflação.