InícioNotícia escrita porEduarda Carvalho, Consultora

Hoje respeito ainda mais as marcas, as grandes, mas sobretudo as pequenas. Porque a luta é maior e diária. Porque neste país tão pequeno fazem-se coisas fantásticas, que, todos os dias, me deixam boquiaberta.

É preciso mudar mentalidades e formas de estar: na vida, nas empresas, na sociedade. É tempo de pensarmos nos outros, de desviarmos o olhar do telemóvel e de vermos o mundo.

O envelhecimento não é um problema de resolução fácil, nem rápida. Não é um problema apenas de Portugal, mas é um problema que todos, sem exceção, temos de nos empenhar em resolver.

Será que os feiticeiros se viraram contra o feitiço que ajudaram a criar? Um grupo de ‘dissidentes’ de Silicon Valley promete fazer pressão a nível jurídico para restringir o poder das grandes empresas tecnológicas.

Cada geração consome informação de formas distintas, mas, curiosamente, nunca de uma só forma. Isso torna tudo mais complexo, mais exigente e mais caro de produzir.

Assumir publicamente uma posição sobre princípios que valem a pena pode traduzir-se em mais benefícios do que riscos para as marcas.

Queremos acreditar que a justiça fará a sua parte e que as marcas que doam dinheiro à Raríssimas não deixem de o fazer, porque os indefesos não podem pagar pelos pecados alheios.

O que podem fazer as marcas à nossa volta? Tudo. Como? Com mensagens positivas que tragam aos consumidores aquilo que não se vê nem lê nas notícias, nem se vende nas lojas: a capacidade de acreditar.