InícioNotícia escrita porEduarda Carvalho, Consultora

Queremos acreditar que a justiça fará a sua parte e que as marcas que doam dinheiro à Raríssimas não deixem de o fazer, porque os indefesos não podem pagar pelos pecados alheios.

O que podem fazer as marcas à nossa volta? Tudo. Como? Com mensagens positivas que tragam aos consumidores aquilo que não se vê nem lê nas notícias, nem se vende nas lojas: a capacidade de acreditar.

O curioso do Web Summit é que espalhadas por aquele gigantesco espaço vemos mais pessoas a falar cara a cara do que ao computador ou ao telemóvel.

A reputação demora anos a construir e minutos a destruir. Qualquer marca sabe isso. Os governos não.

Madonna é a nossa mais recente aquisição, pela qual não tivemos de fazer uma transferência milionária e que pode colocar Portugal noutro campeonato.

A Apple é uma grande marca, "simples" e "verdadeira com ela própria", e tem o que todas ambicionam, uma relação emocional com o consumidor.

Se olharmos para a maioria do entretenimento infantil de hoje, embora moderno e com princesas mais independentes, continua a ser segmentado como o era em gerações passadas.

Hoje sabe-se quase tudo sobre o consumidor, incluindo as férias. Para onde vai, com quem e por quanto tempo.