InícioNotícia escrita porEdmundo Alves, Investigador IHC/UNL

Não é de crer que o Dr. Castro Mendes tenha o peso político necessário para reivindicar o que tem sido sempre adiado: um por cento para a Cultura.

No século XIX, o país permaneceu pobre e escassamente industrializado, forçando milhares a seguir os passos dos seus antepassados, em busca de subsistência.

Os efeitos perversos que decorrem, para os homens e para a sociedade, deste relativismo ético elevado à condição imperativa de lei são potencialmente enormes.

O PE, único orgão comunitário eleito por sufrágio directo, devia assumir, em seu entender, um papel central no processo de decisão. E a Europa teria de afirmar-se pelos valores que lhe deram forma.

Os tempos recomendam a multilateralidade e a colaboração entre países com interesses e adversários comuns, não o “esplêndido isolamento” de eras passadas.

A melhoria da competitividade não pode ter como penhor o abaixamento sistemático do nível de vida, antes deve servir para o melhorar.

A necessidade de tomar decisões que correspondam aos clamores expressos online, põe em causa a racionalidade, a ponderação e a própria defesa do bem comum de que carecem as decisões.

O poder político democrático, apesar dos seus desígnios de igualdade e desenvolvimento, não cuidou do interior, pois rende poucos votos e não tem sindicato.

PUB
PUB
PUB