InícioNotícia escrita porDenise Fernandes

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A federação sindical diz que terá em consideração “o estado atual da economia portuguesa, para o qual muito contribuiu o esforço dos trabalhadores da Administração Pública”.

Portarias permitem alargar a todo um setor matérias acordadas na negociação coletiva, como aumentos salariais, dias de férias ou horários de trabalho.

Presidente da República considera que a melhoria da economia portuguesa "não é um fogo de vista passageiro".

Em causa está o corte de 10% que se aplica a partir do sétimo mês de subsídio de desemprego e que não poderá resultar numa prestação inferior ao IAS.

"Alguns aspetos do enquadramento legal ainda podem desencorajar as empresas a contratar trabalhadores com contratos sem termo", diz a Comissão Europeia.

Em abril, os serviços do IEFP registaram 450.961 desempregados, menos 19,9% do que há um ano e menos 4,4% face ao mês anterior. O número é o mais baixo desde janeiro de 2009.

O ex-ministro considera que o atual Governo devia ter aproveitado o aumento do IVA da restauração, decidido pelo anterior Executivo, para financiar o sistema contributivo.

Francisco Louçã, António Bagão Félix e Fernando Ribeiro Mendes consideram que a subida da TSU não terá grandes resultados. Receita adicional terá de passar pelos impostos. Resta saber quais.