InícioNotícia escrita porCarlos Leiria Pinto, Diretor da Região Andina, IFC WorldBank

Nos últimos 15 anos, a América Latina, na qual incluo o Brasil, registou transformações positivas nunca antes imaginadas, desde a estabilização da democracia em muitos países, o reforço da institucionalidade, passando por longos períodos de crescimento económico acompanhados por políticas de melhor redistribuição da riqueza criada.

Desde 2013, o regime venezuelano conseguiu a proeza mundial de reduzir o PIB nacional em 22%. Como é que o país sentado na maior reserva de petróleo do mundo chega a este ponto?

A democracia portuguesa precisa que os eleitores escolham para seus representantes personalidades que sejam referências morais inquestionáveis.

A Colômbia não deixa de me surpreender pela enorme vitalidade e iniciativa das suas comunidades e capacidade de liderança das suas elites, sejam educadas ou populares.

Há estudos científicos que, estatisticamente, confirmam que as pessoas de natureza gentil e bondosa são mais vulneráveis e atreitas às doenças oncológicas.

Vimos desaparecer à frente dos nossos narizes montantes colossais, mas parece que ninguém tem genuíno interesse em saber a que chapéu de mágico foram parar.

Mais importante que discutir qual o melhor modelo de gestão para os serviços públicos é saber como se pode institucionalizar uma cultura de gestão profissional, independente de interesses políticos, centrada em bem servir a população.

Como é possível que uma empresa tão sofisticada, regulada em diversos países, cotada em duas das principais praças bolsistas do mundo tenha conseguido atuar impunemente ao longo de tantos anos?

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